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México reconhece regionalização para Newcastle e limita restrições a SC

O governo do México oficializou o reconhecimento do princípio de regionalização sanitária para a Doença de Newcastle no Brasil. Com a medida, as barreiras de

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02/11/2026 07:00 • Atualizado há 1 hora

México reconhece regionalização para Newcastle e limita restrições a SC

Doença de Newcastle: MAPA confirma novo foco em Nova Erechim (SC)

Pixabay

O governo do México oficializou o reconhecimento do princípio de regionalização sanitária para a Doença de Newcastle no Brasil. Com a medida, as barreiras de importação de carne de frango e produtos avícolas passam a valer exclusivamente para o estado de Santa Catarina, onde foram identificados focos da enfermidade.

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Entenda a decisão sanitária

A medida adotada pelas autoridades mexicanas aceita que o status de livre da doença seja tratado por zonas e estados, e não mais de forma unificada para todo o território exportador.

Dessa forma, as restrições comerciais que impedem a entrada de carne avícola, miudezas e ovos férteis ficam restritas apenas ao solo catarinense. As demais regiões habilitadas do país mantêm os embarques totalmente liberados para o mercado do México.

Impacto para os exportadores brasileiros

Historicamente, diante de notificações pontuais da Doença de Newcastle, compradores internacionais costumavam adotar embargos amplos ao produto nacional. O avanço técnico e diplomático liderado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), em conjunto com o setor produtivo, fundamentou a capacidade brasileira de vigilância epidemiológica rápida.

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A formalização da regionalização pelo governo mexicano protege os exportadores de outros estados e assegura a continuidade do fluxo comercial brasileiro para o mercado externo.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a decisão mexicana representa um reconhecimento da credibilidade do Serviço Veterinário Oficial brasileiro e da transparência na condução das ações sanitárias. A entidade seguirá trabalhando com o Governo Brasileiro para ampliar a aplicação do princípio da regionalização entre os parceiros comerciais, dar previsibilidade às operações e reduzir os impactos sobre o abastecimento internacional.

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