
Foi preciso escavar um buraco com 27 metros de profundidade
foto: cedida
O corpo da idosa Dagmar Grimm Streger, de 76 anos, que estava desaparecida desde dezembro do ano passado, foi encontrado no final da tarde de quarta-feira (21), em um poço desativado no sítio onde ela morava, na região do Rio Verde, em Bauru-SP.
A partir de agora, a Polícia Civil concentra esforços para esclarecer o que aconteceu. Por volta das 15h, as equipes de resgate confirmaram a localização dos restos mortais da idosa dentro do poço desativado.
O acesso ao interior do poço exigiu uma operação complexa. De acordo com o Corpo de Bombeiros, foi necessário escavar cerca de 27 metros e utilizar técnicas de rapel para alcançar o fundo da cratera com segurança.
Com a localização dos restos mortais de Dagmar Strenger, a polícia já tem elementos para avançar na principal linha de apuração, que aponta para a hipótese de latrocínio, roubo seguido de morte. O delegado responsável pelo caso, Alexandre Protopsaltis, informou que, até o momento, a investigação não aponta indícios de envolvimento de terceiros no caso.
A investigação teve início no dia 30 de dezembro de 2025. Desde os primeiros levantamentos, a polícia passou a tratar o caso como latrocínio e apontou o casal de caseiros como principais suspeitos. A prisão dos dois deu início às diligências mais aprofundadas, que resultaram na intensificação das buscas no sítio e, agora, na localização do corpo.
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