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Americana decreta emergência hídrica por conta da escassez de água

A falta de chuvas impactou significativamente a vazão e a qualidade da água

Da redação
DA REDAÇÃO

30/09/2025 • 14:46 • Atualizado em 30/09/2025 • 14:46

Água

Água

Reprodução/Freepik

Resumo

Situação de emergência hídrica em Americana (SP): A Prefeitura de Americana declarou emergência devido à estiagem prolongada e à baixa qualidade da água do Rio Piracicaba, crucial para o abastecimento da cidade. A medida permite ações urgentes para mitigar a escassez de água.

Impacto da seca e medidas adotivas: A falta de chuvas impactou significativamente a vazão e a qualidade da água, complicando o tratamento e fornecimento. O Departamento de Água e Esgoto (DAE) poderá incrementar equipes de reparo e contratar mais caminhões-pipa, além de intensificar campanhas de uso racional da água.

Consequências e apelos do DAE: A redução na captação e no tratamento da água foi necessária, aumentando a frequência de lavagens de filtros, o que afeta o abastecimento. O DAE enfatiza que a normalização depende do retorno das chuvas e pede à população que adote práticas de economia de água.

A Prefeitura de Americana (SP) decretou, nesta terça-feira (30), situação de emergência hídrica no município. A medida permite a adoção de ações imediatas para minimizar os impactos da estiagem prolongada e da baixa qualidade da água do Rio Piracicaba no abastecimento do município.A medida vem ao encontro do decreto da SP Águas, que declarou estado de escassez hídrica na Bacia do Rio Piracicaba, que registrou chuvas 90% abaixo da média nos últimos meses. Esse cenário afeta diretamente Americana, já que a vazão e a qualidade da água do Rio Piracicaba, responsável pelo abastecimento da cidade, estão muito baixas.Com menos volume disponível e em piores condições, o tratamento se torna mais lento e exige lavagens frequentes dos filtros, reduzindo a oferta de água tratada e provocando oscilações no abastecimento em diferentes regiões.Com o decreto, o DAE (Departamento de Água e Esgoto) poderá ampliar as equipes de reparos de vazamentos, contratar mais caminhões-pipa para atendimento em pontos específicos das regiões mais afetas e intensificar as campanhas de conscientização sobre o uso racional da água.

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O DAE reforçou que a estiagem prolongada comprometeu a qualidade da água do Rio Piracicaba, dificultando o processo de captação, que precisou ser reduzido em cerca de 20%, e também de tratamento.Para assegurar que a população receba água dentro dos padrões exigidos, o volume tratado precisou ser temporariamente reduzido. Essa condição também obriga a realização de lavagens mais frequentes nos decantadores e filtros da Estação de Tratamento de Água (ETA), aumentando aproximadamente em quatro vezes, o que provoca oscilações no abastecimento em diferentes regiões da cidade.O DAE ressalta que a situação só deve ser normalizada com a retomada das chuvas, especialmente na região da cabeceira do Rio Piracicaba, e reforça o apelo para que a população colabore adotando hábitos de economia e uso consciente da água.

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