
Prefeitura tem conversado com o governo de SP para que haja a abertura dos leitos na Casa de Saúde
Divulgação/Prefeitura de Campinas
A Secretaria Municipal de Saúde de Campinas (SP) informou, na tarde desta quinta-feira (6), que monitora a ocupação dos leitos e encaminhamentos de pacientes na cidade por meio do Sistema de Regulação do Estado de São Paulo (Siresp). Devido à medida anunciada pela Unicamp, também solicitou que a Central de Regulação de Oferta de Serviços de Saúde (Cross) de São Paulo reduza os encaminhamentos de pacientes de outras cidades para Campinas.
Segundo a Prefeitura, todos os pacientes que necessitam de internação na Rede Mário Gatti de Urgência, Emergência e Hospitalar estão assistidos. A ocupação é dinâmica e muda a todo momento, pois a rotatividade de leitos é alta. A ocupação está entre 95 e 100%, mas todos os pacientes são atendidos, uma vez que as unidades trabalham no sistema “porta aberta”. As cirurgias de urgência e eletivas continuam sendo realizadas, assim como o encaminhamento de pacientes pelo Samu para os hospitais de referência municipais.
Desde 2021, considerando todos os tipos de leitos disponíveis por meio de convênios da Secretaria de Saúde com hospitais e na Rede Mário Gatti, a quantidade de estruturas passou de 885 para 920. Há ainda 84 outros leitos nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPs) e o total ultrapassa a marca de 1 mil leitos se incluídas as unidades de pronto atendimento (UPAs) e a Casa da Gestante (20 leitos), serviço direcionado para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Além disso, 800 pacientes são atendidos pelo Serviço de Atendimento Domiciliar (SAD).
*Estagiário sob supervisão

