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Campinas e Região

Câmara de Campinas contrata 40 aprendizes que cumpriram medidas socioeducativas

Os adolescentes serão capacitados pelo SENAC

Da redação
DA REDAÇÃO

10/04/2025 • 14:58 • Atualizado em 10/04/2025 • 14:58

Jovens atuaräo na Câmara de Campinas

Jovens atuaräo na Câmara de Campinas

CMC

A Câmara de Campinas (SP) recebeu, nesta última segunda-feira (7), um grupo de 40 adolescentes que cumpriram medidas socioeducativas e em situação de vulnerabilidade social que atuarão como aprendizes nas dependências da Casa Legislativa pelos próximos dois anos.

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Os adolescentes serão capacitados pelo SENAC e terão contrato com a empresa signatária do Termo de Ajuste de Conduta (TAC), mas a experiência prática será realizada na Câmara de Campinas.

A iniciativa parte de um TAC celebrado em 2024 entre a empresa São Francisco Resgate, de Ribeirão Preto, e o Ministério Público do Trabalho (MPT), pelo qual a empresa se comprometeu a cumprir a lei para inserção de aprendizes por meio da chamada “cota social”, instituída pelo decreto federal 9.579/2018.

A norma autoriza os estabelecimentos contratantes, cujas peculiaridades da atividade ou dos locais de trabalho constituam embaraço à realização das aulas práticas do jovem aprendiz, a conceder a experiência prática em órgãos públicos e organizações sociais, ao mesmo tempo que o adolescente recebe uma formação teórica de uma entidade formadora.

O evento no Plenário contou com a participação de instituições como o Ministério Público do Trabalho (MPT), Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP), Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e SENAC.

Lei da Aprendizagem

A Lei da Aprendizagem determina que todas as empresas de médio e grande porte contratem adolescentes e jovens entre 14 e 24 anos no importe de 5% a 15% do total de seus empregados cujas funções demandem formação profissional.

Para ser considerado aprendiz, o jovem deve ter concluído ou estar cursando o ensino fundamental e deve ter vínculo com organização de Programa de Aprendizagem (tais Sistema S ou entidades formadoras).

Ao longo de sua experiência de aprendizagem, ele deve ter jornada compatível com os estudos, receber ao menos um salário-mínimo/hora, ter registro em carteira de trabalho e ser acompanhado por um supervisor da área.

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