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Campinas e Região

Campinas começa ano com 29 bairros em alto risco de transmissão de dengue

Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa

Da redação
DA REDAÇÃO

05/01/2026 • 17:14 • Atualizado em 05/01/2026 • 17:14

Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa

Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa

REUTERS/Paulo Whitaker

A Secretaria de Saúde de Campinas (SP) divulgou nesta segunda-feira (5) o 1º Alerta Arboviroses da cidade. O documento informa que 29 bairros estão com alto risco de transmissão de dengue e, por isso, as ações de controle do mosquito Aedes aegypti, que transmite a doença, a zika e a chikungunya, serão intensificadas.

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As áreas com alto risco de transmissão são:

  • Leste: Vila Miguel Vicente Cury, Vila Costa e Silva, Parque Brasília.
  • Noroeste: Conjunto Habitacional Parque Floresta, Conjunto Residencial Parque São Bento, Loteamento Residencial Novo Mundo, Jd. Novo Maracanã.
  • Norte: Vila Itália, Vila Proost de Souza, Vila Teixeira, Vila lapi, Jardim Magnólia, Jardim do Vovô, Residencial Parque Bandeirantes.
  • Sudoeste: Jardim Shangai, Recanto do Sol 1, Jardim Mercedes.
  • Sul: Jardim Monte Cristo, Parque Oziel, Jardim do Lago, Vila Pompéia, Cidade Jardım.
  • Suleste: Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente, Vila Formosa, Jardim Bom Sucesso, Jardim Centenário, Fundação Casa Popular, Parque Industrial.

O objetivo do alerta é estimular a população a intensificar a verificação de criadouros em casa, orientar sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti, vetor da doença, e reforçar a comunicação com moradores das áreas que passam a receber ações intensificadas para eliminar criadouros, por isso é importante que recebam os agentes que estão trabalhando nos bairros. As orientações valem para toda cidade, incluindo bairros listados na semana anterior e que não aparecem nesta edição.

A Saúde considera uma série de indicadores para elaborar o material, entre eles, incidência de casos, eventual registro de nova transmissão, necessidade de reforçar trabalhos por causa de imóveis sem acesso, densidade populacional e a comunicação sobre ações dos agentes. O alerta também se aplica aos bairros menores que estão no entorno das regiões indicadas no material.

A luta contra as arboviroses exige uma contrapartida de toda a sociedade. A Prefeitura mantém um programa de controle e prevenção da doença. Mas cada cidadão precisa fazer a sua parte, destinando corretamente os resíduos e evitando criadouros.

Levantamento da Secretaria de Estado de Saúde aponta que 80% dos criadouros estão dentro de casa.

Para acabar com a proliferação do mosquito é preciso evitar acúmulo de água, latas, pneus e outros objetos. Os vasos de plantas devem ter a água trocada a cada dois dias e o pratinho deve ser retirado, ou limpo com bucha, água e sabão a cada 7 dias. É importante, também, vedar a caixa d’água. Os vasos sanitários que não estão sendo usados devem ficar fechados.

Dúvidas sobre a identidade dos agentes podem ser esclarecidas pelo telefone 156 (de segunda a sexta) ou com a Defesa Civil pelo telefone 199 (fins de semana e feriados).

a o Aedes aegypti em pontos estratégicos.

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