
Mpox: Campinas confirma caso da doença
REUTERS/Dado Ruvic
Resumo
Confirmação do primeiro caso de mpox em Campinas (SP) em janeiro de 2026 inclui registros em outras quatro cidades da região, totalizando cinco casos entre os 51 identificados no Estado de São Paulo pela Secretaria de Saúde.
Comparação de dados revela que nos dois primeiros meses do ano anterior foram registrados 126 casos, enquanto em 2026 ainda não há mortes relacionadas à doença, segundo o painel de monitoramento estadual.
Transmissão ocorre por contato próximo com lesões, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas e objetos contaminados, sendo recomendadas medidas de prevenção como higiene das mãos, não compartilhar objetos pessoais, evitar contato íntimo com pessoas lesionadas e isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação.
A Prefeitura de Campinas (SP) confirmou, nesta quarta-feira (25), o primeiro caso positivo de mpox (conhecida como “varíola dos macacos” ou monkeypox) no município em janeiro de 2026. Além da metrópole, outras quatro cidade da região tiveram registros: Várzea Paulista (SP), Sumaré (SP), Paulínia (SP) e Hortolândia (SP).
As cinco pessoas infectadas pela doença da região fazem parte dos 51 casos de Mpox, registrados esta quarta-feira (25) no Estado de São Paulo, de acordo com a Secretaria de Saúde de São Paulo (SES-SP).
No ano passado, em janeiro foram registrados 79 casos e em fevereiro 47 casos, totalizando 126 casos nos dois primeiros meses do ano. Os dados são registrados no painel de monitoramento.
Neste ano, não há registro de mortes.
Transmissão
A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas.
A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse.
O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença.
Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado.
Prevenção contra a Mpox
- Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel;
- Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais;
- Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele;
- Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox.
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