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Campinas e Região

Ex-prefeito de Limeira é alvo de operação da PF contra fraudes em licitações públicas

Mandados foram cumpridos na construtora MC Botion, que pertence a Mário Botion, e também, na residência dele

Da redação
DA REDAÇÃO

12/11/2025 • 10:55 • Atualizado em 12/11/2025 • 10:55

Mandados foram cumpridos na construtora MC Botion, que pertence ao ex-prefeito de Limeira, Mário Botion

Mandados foram cumpridos na construtora MC Botion, que pertence ao ex-prefeito de Limeira, Mário Botion

Divulgação/PF

O ex-prefeito de Limeira (SP), Mário Botion, está entre os alvos da Operação Coffe Break, da Polícia Federal (PF), que investiga supostas práticas ilegais envolvendo fraudes em licitações públicas, nesta quarta-feira (12).

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Mandados foram cumpridos na construtora MC Botion, que pertence ao ex-prefeito, e também na residência dele. Foram apreendidos documentos e aparelhos eletrônicos que serão analisados.

Mário Botion foi encaminhado à sede da Polícia Federal em Piracicaba para prestar esclarecimentos.

Em nota, a Prefeitura de Limeira disse que a atual gestão não renovou, no início deste ano, o contrato com a empresa Life Educacional, investigada na ação, e não realizou neste ano qualquer pagamento à empresa:

"A Life é alvo de apuração interna, conduzida por uma comissão de sindicância da administração municipal, diante de suspeitas relacionadas à aquisição de kits de robótica.

Por se tratar de uma contratação realizada pela gestão anterior, as informações sobre a operação devem ser consultadas junto à Polícia Federal, órgão responsável pela investigação do caso.

Por fim, a Prefeitura esclarece que não foi alvo de mandado de busca e apreensão", finaliza a nota da administração.

A Operação Coffe Break

A Polícia Federal (PF) em Campinas (SP) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (12), a Operação Coffee Break, com o objetivo de apurar supostas práticas ilegais envolvendo fraudes em licitações públicas.

Durante a ação, foram cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e seis mandados de prisão preventiva, nos estados de São Paulo e Paraná e também no Distrito Federal.

A investigação contou com o apoio da Controladoria-Geral da União (CGU) e da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitação, lavagem de dinheiro, contratação direta ilegal e organização criminosa.