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Funcionária é detida suspeita de usar empresa para receber maconha

Foram apreendidas duas barras e meia de uma versão gourmet da droga, avaliadas em mais de R$ 51 mil

*DANIEL ROSA

30/09/2025 • 16:12 • Atualizado em 30/09/2025 • 16:12

As porções apreendidas podem valer até R$ 51 mil

As porções apreendidas podem valer até R$ 51 mil

Wagner Morente

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Limeira (SP) apreendeu, nesta segunda-feira (29), duas barras e meia de maconha gourmet, avaliadas em R$ 51,6 mil, após ser acionada pelo empresário de uma empresa localizada no bairro Jardim Ibirapuera. Uma funcionária foi detida suspeita de usar a empresa para receber encomendas de drogas.

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Segundo informações da GCM, o empresário acionou uma equipe após uma encomenda, endereçada a uma funcionária da empresa, ter sido entregue de forma equivocada ao setor de devoluções. O pacote acabou sendo aberto por outra colaboradora, que encontrou duas barras e meia de um produto embalado com ilustrações alusivas à maconha. A funcionária destinatária não compareceu ao trabalho nesta data.

Os guardas verificaram o material e confirmaram que pode se tratar da droga conhecida como ice ou dry, uma variação mais potente da maconha, que utiliza gelo e água em sua preparação. O entorpecente é considerado “gourmet” e pode alcançar o valor de até R$ 200,00 por grama, o que totalizaria cerca de R$ 51,6 mil no mercado ilegal e pesa 258 gramas.

Enquanto a ocorrência era apresentada, outra funcionária entrou em contato com a GCM relatando que uma mulher teria estacionado em frente à empresa e solicitado a entrega do pacote destinado à funcionária ausente. Equipes conseguiram deter a suspeita no local. Com ela, foram encontrados diversos potinhos de maconha, que segundo ela seria para consumo próprio.

Questionada, a mulher alegou que estava apenas buscando a funcionária que não compareceu ao expediente. No entanto, de acordo com depoimentos de outras colaboradoras, o real objetivo era retirar a encomenda contendo a droga.

A suspeita foi conduzida à Central de Flagrantes, enquanto a funcionária apontada como envolvida no esquema não foi localizada. Segundo relatos de colegas, ela recebe frequentemente encomendas na empresa, onde trabalha há aproximadamente seis meses e era a mesma suspeita que sempre retirava a encomenda.

*Estagiário sob supervisão

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