
Morcegos são os vetores do vírus nipah
Divulgação/Prefeitura Munic Botucatu
O Serviço de Controle de Zoonoses de Itapira (SP) confirmou, nesta quarta-feira (15), o segundo caso de raiva em morcego na cidade em 2026. O animal foi recolhido no Jardim Soares, em fevereiro, e teve o laudo liberado pelo Instituto Pasteur somente nesta quarta-feira.
O diagnóstico positivo refere-se a um morcego da família dos Molossídeos. O primeiro caso deste ano foi confirmado na última semana, em um animal localizado no bairro Machadi.
De acordo com a Prefeitura do município, o Serviço de Controle de Zoonoses enviou ao Instituto Pasteur 58 amostras de morcegos para análise. Porém, até o momento, apenas 11 resultados foram devolvidos ao município, devido a sobrecarga do laboratório.
A demora na entrega do resultado, de acordo com as autoridades, deve-se à alta demanda e sobrecarga no Instituto Pasteur. Das 58 amostras enviadas para análise este ano por Itapira, apenas 11 laudos foram concluídos até o momento.
A administração municipal ressalta que Morcegos são reservatórios naturais do vírus rábico e não devem ser tocados ou manipulados com as mãos desprotegidas. O contato com a saliva de um animal infectado representa risco de transmissão da raiva para pessoas e outros animais domésticos.
Caso um morcego seja avistado morto ou exposto ao sol, o morador deve acionar imediatamente o Serviço de Controle de Zoonoses. O contato pode ser feito por ligação ou WhatsApp pelo número (19) 99723-1295.
A prefeitura ressalta, a importância de manter a vacinação antirrábica de cães e gatos sempre atualizada. A vacina é gratuita e pode ser aplicada mediante agendamento prévio com o serviço municipal.
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