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Mulher é presa em Viracopos após tentar matar PM reformado em São Paulo

Suspeita de balear policial na cabeça foi detida por policiais em Campinas, enquanto tentava fugir para Pernambuco; vítima está em estado grave no HC da capital

Rafaela Oliveira
RAFAELA OLIVEIRA

16/02/2026 • 08:57 • Atualizado em 16/02/2026 • 08:57

Mulher (à esquerda) foi presa e o policial (à direita) está hospitalizado

Mulher (à esquerda) foi presa e o policial (à direita) está hospitalizado

Reprodução

Uma mulher de 45 anos foi presa no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), momentos antes de embarcar em um voo para Petrolina (PE). Danielle Coimbra Medrado é a principal suspeita de uma tentativa de homicídio contra um policial militar da reserva, de 61 anos, ocorrida na manhã de domingo (15), na zona sul da capital paulista.

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O caso aconteceu em uma residência no bairro Cidade Dutra. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP), a própria suspeita chegou a ligar para o centro de operações da Polícia Militar (PM) alegando que o disparo teria sido acidental enquanto ambos manuseavam uma arma de fogo. No entanto, imagens de câmeras de segurança mostraram a mulher saindo sozinha do local em um carro por aplicativo logo após o crime, assista:

Ao chegarem na residência, os policiais encontraram o oficial da reserva caído no quarto, desacordado e com um ferimento grave na cabeça provocado por tiro. Ele foi socorrido pelo helicóptero Águia e encaminhado ao Hospital das Clínicas, onde passou por cirurgia e permanece internado em estado grave.

Após o avanço das investigações e a informação de que a mulher pretendia fugir para outro estado, o 1º BAEP (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) realizou a abordagem em Viracopos.

Embora nada de ilícito tenha sido encontrado com ela no momento da prisão, a arma utilizada no crime não foi localizada na casa da vítima, o que levou à autuação também pelo crime de furto.

A mulher foi conduzida ao 11º Distrito Policial da Capital, onde optou por permanecer em silêncio. A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em preventiva, argumentando o alto risco de fuga, já que ela foi detida prestes a deixar o estado.

O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias exatas do disparo.

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