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Campinas e Região

Mulher é suspeita de agredir companheiro com facada em Campinas

Diante das versões diferentes do casal e falta de testemunhas no local, a polícia não decretou a prisão dela

*MARIA EDUARDA LOPES

02/12/2025 • 12:04 • Atualizado em 02/12/2025 • 12:04

2º DP de Campinas

2º DP de Campinas

Divulgação

Uma mulher, de 25 anos, é suspeita de agredir com facada o companheiro dela, de 30 anos, na tarde desta segunda-feira (1º), no Jardim do Lago, em Campinas (SP). A discussão do casal teria sido causada por ciúmes. Após o golpe o homem foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) São José.

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Segundo o boletim de ocorrência, o casal vive junto há quase cinco anos. A mulher tem um filho de 6 anos de outro relacionamento e está grávida de um filho dele. O homem é usuário de maconha e álcool, e estava de folga, consumindo bebidas alcoólicas.

De acordo com o homem, a discussão começou por ciúmes, quando ela chegou em casa e agrediu ele com tapas e arranhões. Ele alega que apenas se defendeu e tentou se afastar, mas a companheira perseguiu ele com uma faca. Enquanto corria, ele caiu e a mulher deu um golpe de faca no pé esquerdo dele. Ele nega ter agredido ou ameaçado a mulher.

A mulher confirmou que o companheiro é usuário de drogas e álcool e disse que isso o deixa mais agressivo. Ela declarou que já foi agredida fisicamente por ele e chegou a registrar boletins anteriormente. Ainda segundo ela, ao retornar do trabalho, o homem estava alterado, consumindo bebida alcoólica. Ele teve uma crise de ciúmes com relação ao filho dela de 6 anos. Ela alega que o homem pegou uma faca e ameaçou ela e o filho dela de morte.

Ela também conta que bateu de frente com o companheiro e ele jogou uma lata de cerveja na boca dela, depois, começaram as brigas com golpes físicos.

A mulher nega ter causado o ferimento com a faca e afirma que ele machucou o pé pisando em vidro.

Diante das versões diferentes do casal e falta de testemunhas no local, a Autoridade Policial não decretou a prisão da mulher. O homem foi orientado sobre o prazo de seis meses para formalizar a representação criminal, e o caso segue para Inquérito Policial.

*Estagiária sob supervisão.

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