
Ele estava foragido da Justiça de José do Rio Preto, onde o crime teria ocorrido, desde o ano passado
Divulgação
A Polícia Civil de Americana (SP) prendeu nesta quinta-feira (13) um líder religioso, de 41 anos, suspeito de ter estuprado uma menina, de 13 anos, em São José do Rio Preto (SP). O investigado afirma, por meio do advogado, que se apresentou espontaneamente às autoridades diante do mandado de prisão expedido pela Justiça.
A mãe da menina procurou a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São José do Rio Preto no dia 2 de agosto de 2024. Na ocasião, a mulher relatou que encontrou no celular da adolescente conversas “de teor sexual” entre a filha e o presbítero de uma Igreja. As mensagens, segundo a polícia, deu a entender que os dois tiveram relações sexuais.
A Justiça de São José do Rio Preto expediu um mandado de prisão preventiva contra o líder religioso de 41 anos. De acordo com a Polícia Civil, nesta quinta-feira (13), com a troca de informações entre delegacias, equipes da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana localizaram e prenderam o suspeito no bairro Jardim Ipiranga, durante a Operação Hera – ação contra crimes contra mulheres e crianças.
Por outro lado, o investigado afirma, por meio do advogado, que se apresentou espontaneamente às autoridades, e teria sido seu defensor legal que teria informado à polícia onde ele estaria aguardando para o cumprimento do mandado de prisão. Ainda, segundo a defesa, a “prisão decorreu de ordem do tribunal no dia 11, em uma medida cautelar inominada, pois, em primeiro grau, o requerimento de prisão preventiva formulado anteriormente pelo Ministério Público foi indeferido fundamentadamente pelo Juízo da Vara de Violência Doméstica da Comarca de são José do Rio Preto”.
Após a captura, a ocorrência foi direcionada para a sede da DIG de Americana. Segundo a Secretaria de Segurança Publica (SSP-SP), o caso foi registrado como captura de procurado na Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de Americana. Ao término dos trabalhos de Polícia Judiciária, o investigado foi escoltado para a Cadeia Pública de Sumaré (SP), onde aguardará os procedimentos legais e ficará à disposição da Justiça.
** Matéria alterada no dia 17 de março, para atualizar que o investigado afirma que não estava foragido e se entregou às autoridades de forma espontânea.
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