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PM e ex-policial penal são presos após balear vítima durante cobrança de dívida em Atibaia

Os suspeitos disseram que foram contratados por uma terceira pessoa, a quem a vítima devia dinheiro

Da redação
DA REDAÇÃO

04/07/2025 • 10:46 • Atualizado em 04/07/2025 • 10:46

Um policial militar e um ex-policial penal foram presos, nesta quinta-feira (3), suspeitos de serem contratados por uma terceira pessoa para cobrar a dívida de um homem, que foi baleado durante a ação. Eles foram abordados na Rodovia Fernão Dias, em Atibaia (SP). O crime que envolveu, pelo menos, quatro pessoas. Duas fugiram em um carro modelo HB20.

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A ocorrência foi registrada após alerta do Centro de Operações da Polícia Militar (COPOM), que levou à abordagem de um veículo Logan, onde estavam o policial militar e o ex-policial penal, na altura do km 35 da rodovia, sentido capital.

Segundo a Polícia Militar (PM), os dois homens confessaram os disparos, alegando terem sido contratados por uma pessoa a quem a vítima devia dinheiro. A vítima foi socorrida em estado crítico ao hospital.

A filha da vítima presenciou o ataque e relatou que os suspeitos disseram ser policiais antes de atirarem. Foi ela quem pediu socorro à polícia. Ela conseguiu fugir, mesmo sendo alvo de tiros disparados por ocupantes do segundo veículo, o HB20, que dava cobertura à ação, e dirigiu até uma base da Polícia Rodoviária.

Durante a abordagem, o ex-agente apresentou um documento falso que o identificava, ainda, como policial penal. Já os documentos do segundo suspeitos, confirmaram que ele é policial militar da ativa.

Dentro do veículo dos criminosos, foram apreendidas, com o policial militar, uma pista Glock que pertence à PM do Estado de São de Paulo, e com o ex-policial penal, uma pistola Taurus em nome dele, com documentação em dia, além de três algemas, fita adesiva, touca ninja, uma granada de efeito moral pertencente a PM, a quantia de R$ 1.650, um par de luvas de couro e um distintivo da PM.

O caso foi registrado com tentativa de homicídio, porte/posse ilegal de arma de fogo de uso restrito e uso de documento falso. A Polícia Civil segue investigando a ocorrência para apurar o envolvimento de outros possíveis cúmplices e a motivação completa do crime.

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