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Professor de Jiu-Jitsu é preso em Monte Mor por estupro de vulnerável

Homem de 51 anos foi capturado em Monte Mor (SP); Prefeitura de Elias Fausto (SP) afirma que desconhecia o caso, que tramita sob segredo de Justiça

Rafaela Oliveira
RAFAELA OLIVEIRA

10/08/2026 • 14:28 • Atualizado em 10/08/2026 • 14:28

Professor de Jiu-Jitsu é preso em Monte Mor por estupro de vulnerável

Professor de Jiu-Jitsu é preso em Monte Mor por estupro de vulnerável

Divulgação/PM

Um professor de Jiu-Jitsu de 51 anos foi preso na noite de sexta-feira (7), em Monte Mor (SP), para cumprir uma pena de 18 anos de prisão pelo crime de estupro de vulnerável.

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De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), instrutor já teve a prisão confirmada em audiência de custódia realizada no sábado (8) e permanece detido.

A captura foi realizada pelo BAEP (Batalhão de Ações Especiais de Polícia) durante um patrulhamento no bairro Jardim Capuavinha. Constava que era procurado pelo crime de estupro de vulnerável, que envolve vítimas menores de 14 anos ou pessoas que não podem oferecer resistência.

Em nota oficial, a Prefeitura de Elias Fausto informou que o professor atuava na cidade, mas que não tinha conhecimento da investigação ou da condenação, pois o caso corre sob segredo de Justiça.

A administração municipal destacou que os fatos são anteriores à gestão atual e que só soube do ocorrido após a prisão. O governo reforçou que não aceita qualquer tipo de violência contra crianças e adolescentes.

Nota na íntegra da Prefeitura de Elias Fausto:

"A Prefeitura de Elias Fausto esclarece que o caso envolvendo o professor de Jiu-Jitsu é anterior à atual administração municipal e estava sendo tratado pelas autoridades competentes sob segredo de Justiça.

Dessa forma, a atual Administração Municipal não tinha conhecimento dos fatos, da investigação ou de qualquer denúncia relacionada ao profissional antes da prisão ocorrida na última sexta-feira. A Prefeitura tomou conhecimento do caso somente a partir da prisão e das informações que vieram a público posteriormente.

Não havia, portanto, qualquer registro ou comunicação oficial anterior direcionada à atual Administração Municipal sobre a conduta investigada.

A Prefeitura ressalta que respeita integralmente o trabalho das autoridades responsáveis pela investigação.

A Administração Municipal reforça ainda que não compactua com qualquer forma de abuso ou violência, especialmente contra crianças e adolescentes, e permanece à disposição das autoridades para colaborar com os esclarecimentos necessários."

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