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Quaest: Lula venceria Flávio Bolsonaro e governadores no 2º turno

Pesquisa mostra petista à frente de sete adversários em 2026; contra Flávio, placar é de 43% a 38%

Rafaela Oliveira
RAFAELA OLIVEIRA

11/02/2026 • 19:19 • Atualizado em 11/02/2026 • 19:19

Lula venceria Flávio Bolsonaro e governadores no 2º turno

Lula venceria Flávio Bolsonaro e governadores no 2º turno

Divulgação

Uma nova pesquisa Quaest, divulgada nesta quarta-feira (11), indica que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sairia vitorioso em um eventual segundo turno contra sete possíveis adversários nas eleições de 2026.

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O cenário mais acirrado ocorre contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-SP), no qual Lula aparece com 43% das intenções de voto, frente a 38% do parlamentar. Devido à margem de erro de dois pontos percentuais, ambos estão no limite da estabilidade numérica, embora a vantagem permaneça com o atual mandatário.

Contra governadores

O levantamento também testou a força de Lula contra governadores de estados estrategicamente importantes. No embate contra Ratinho Jr. (PSD-PR), o presidente registra 43% contra 33% do paranaense. Já em um confronto com Ronaldo Caiado (PSD-GO), o petista atinge 42% frente a 32% do goiano.

A vantagem de Lula se mantém em patamares semelhantes contra outros nomes da direita e centro-direita:

  • Romeu Zema (Novo-MG): 43% para Lula contra 32% do mineiro.
  • Eduardo Leite (PSDB-RS): Diferença de 15 pontos, com Lula somando 43% e o gaúcho 28%.

Outros cenários e aprovação do governo

A Quaest avaliou ainda nomes como Aldo Rebelo (DC) e Renan Santos (Missão). Contra ambos, o atual presidente mantém a liderança com 44% das intenções de voto. No caso específico de Renan Santos, o representante do movimento Missão aparece com 25%.

Apesar da liderança eleitoral, a gestão federal enfrenta desafios de popularidade. De acordo com o levantamento Genial/Quaest, o governo Lula é desaprovado por 49% dos brasileiros e aprovado por 45%, configurando um empate técnico na margem de erro. Além disso, 39% dos entrevistados avaliam a administração como negativa, enquanto 33% a consideram positiva.

A pesquisa ouviu 2.004 pessoas entre os dias 5 e 9 de fevereiro.

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