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Prudente e Região

Prefeito de Alfredo Marcondes é flagrado dirigindo com sintomas de embriaguez

O prefeito estava com o carro oficial do poder executivo

Hiltonei Fernando
HILTONEI FERNANDO

02/05/2025 • 10:06 • Atualizado em 02/05/2025 • 10:06

O prefeito estava com o carro oficial do poder executivo

O prefeito estava com o carro oficial do poder executivo

foto: cedida/Café com Prosa Portal de Notícias

Durante as primeiras ações da Operação Dia do Trabalho nas rodovias do Oeste Paulista, os policiais rodoviários abordaram na alça de acesso à Rodovia Raposo Tavares, SP-270, no trecho urbano em Presidente Prudente-SP, um veículo com placas oficiais do Poder Executivo da cidade de Alfredo Marcondes-SP.

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De acordo com a polícia, o carro era conduzido pelo prefeito municipal, Celso Pirani Passos, e tinha como passageira a primeira-dama municipal, Elizabeth Passos. Ainda segundo os policiais, o prefeito foi convidado a realizar o teste do etilômetro passivo, o que apontou a presença de álcool no organismo dele.

Após o flagrante, o prefeito, visivelmente alterado, começou a fazer ameaças à guarnição e à oficial comandante da operação. Quando foi convidado a realizar o teste ativo do etilômetro, o prefeito se recusou. De acordo com a polícia, o prefeito estava desconfortável com a abordagem, e começou a proferir palavras, dizendo que, com apenas uma ligação, “resolveria o problema” da abordagem, tentando coagir a guarnição da Polícia Militar.

A primeira-dama do município, Elizabeth Passos, que estava como carona do veículo e era devidamente habilitada, segundo os policiais, também se recusou a realizar o teste do etilômetro para que pudesse continuar na condução do veículo. Um familiar do prefeito foi chamado e conduziu o veículo oficial.

A recusa ao teste do bafômetro, ou etilômetro, está prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), especificamente no artigo 165-A. De acordo com este artigo, a recusa do motorista a realizar o teste é considerada uma infração grave, sujeita à multa e à suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Além disso, a recusa pode ser interpretada como indicativo de que o motorista estava dirigindo sob a influência de álcool, o que pode resultar em penalidades adicionais.

A equipe do BandMulti.com.br entrou em contato com a prefeitura de Alfredo Marcondes-SP e aguarda um posicionamento.