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Rio Preto e Araçatuba

Defesa Civil faz balanço prévio de ação na Floresta Estadual em Rio Preto

A polícia fiscalizou a área e colheu depoimentos de pessoas

Hiltonei Fernando
HILTONEI FERNANDO

03/10/2025 • 09:30 • Atualizado em 03/10/2025 • 09:30

A polícia fiscalizou a área e colheu depoimentos de pessoas

A polícia fiscalizou a área e colheu depoimentos de pessoas

foto: Secom Rio Preto

A Defesa Civil de São José do Rio Preto-SP, em conjunto com o Corpo de Bombeiros que coordena a operação e as instituições que integram o Comitê de Prevenção às Queimadas na cidade, atuou de forma ininterrupta entre os dias 29 de setembro e 2 de outubro no combate ao incêndio que atingiu a Estação Ecológica e a Floresta Estadual do Noroeste Paulista, além de áreas adjacentes.

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Início do fogo

O primeiro foco foi registrado na segunda-feira (29/09), por volta das 16h, quando o Corpo de Bombeiros acionou a Defesa Civil para apoio logístico. Imediatamente, foram deslocados caminhões-pipa das Secretarias de Serviços Gerais, Meio Ambiente, Agricultura e Semae, além das equipes da própria Defesa Civil com viaturas de combate. O helicóptero Águia da PM também participou da ação com 13 lançamentos de água. O incêndio inicial foi controlado por volta das 19h do mesmo dia.

Reignição e ampliação da resposta

Na manhã de terça-feira (30), houve reignição do fogo. Novamente, o Comitê foi mobilizado, com reforço de caminhões-pipa da Cofco, Constroeste e Fundação Florestal. O combate contou ainda com aeronaves: o helicóptero Águia da PM e duas aeronaves contratadas pela Fundação Florestal junto à empresa Imagem.No auge da operação, cerca de 50 profissionais — entre brigadistas, bombeiros, motoristas, pilotos e técnicos — trabalharam de forma integrada em terra e pelo ar, realizando mais de 120 lançamentos de água num único dia.

Terceiro dia de combate

Na quarta-feira (1), a estratégia foi reforçada com 60 homens, 16 viaturas e aeronaves de asa fixa, que realizaram sobrevoos de monitoramento e novos lançamentos. Apesar da intensidade do vento e da formação de redemoinhos que multiplicaram os focos (chegando a mais de quatro no mesmo período), as equipes conseguiram conter a propagação.

Fiscalização e investigação

Durante a ocorrência, a Polícia Ambiental esteve presente para fiscalizar a área e colher depoimentos de pessoas que estavam próximas ao ponto inicial do incêndio. A Polícia Técnico-Científica foi acionada para perícia e busca de vestígios que indiquem as causas do fogo.

Situação atual

Até a tarde de quinta-feira (2), não havia mais pontos ativos, apenas monitoramento e ações pontuais. Uma viatura do Corpo de Bombeiros e caminhões-pipa permanecem de prontidão 24 horas. Ainda não é possível dimensionar a área total degradada, informação que será divulgada após conclusão da avaliação técnica.

Fonte: Secom Rio Preto