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Rio Preto e Araçatuba

Polícia Ambiental combate tráfico de macaco-prego em Bady Bassitt

A polícia descobriu que a documentação do macaco era falsa

Hiltonei Fernando
HILTONEI FERNANDO

08/07/2026 • 11:43 • Atualizado em 08/07/2026 • 11:43

A polícia descobriu que a documentação do macaco era falsa

A polícia descobriu que a documentação do macaco era falsa

foto: Polícia Ambiental

Equipes do 4º Batalhão de Polícia Militar Ambiental receberam denúncia de que uma comerciante, de 38 anos, estaria anunciando a venda de macacos por meio de redes sociais, na terça-feira (7), durante fiscalização em Bady Bassitt-SP.

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Os policiais localizaram um macaco-prego mantido em cativeiro na residência da investigada. Ao ser questionada sobre a origem do animal, a mulher apresentou uma nota fiscal e um documento supostamente emitido pelo Ibama, além de afirmar que o primata possuía microchip de identificação.

Após análise detalhada, os policiais ambientais constataram que a documentação apresentada era falsa e que o animal não possuía qualquer microchip de identificação. A mulher foi autuada administrativamente em R$ 500 por manter em cativeiro espécie da fauna silvestre sem autorização do órgão ambiental competente.

Em razão do elevado grau de domesticação, o macaco permanecerá, por enquanto, sob sua guarda, até que seja encaminhado à instituição competente para reabilitação e, quando possível, reintrodução à natureza.

COBRAS EXÓTICAS

Durante a fiscalização, também foram encontradas duas serpentes exóticas da espécie corn snake (cobra-do-milho), mantidas sem a documentação exigida pelos órgãos ambientais. O filho da comerciante, um estudante de 19 anos, assumiu ser o proprietário dos animais.

Ele foi autuado por introduzir espécies da fauna exótica no território do Estado de São Paulo sem parecer técnico oficial favorável. As serpentes foram apreendidas e encaminhadas ao Zoológico Municipal de São José do Rio Preto-SP.

ANABOLIZANTES E MEDICAMENTOS EMAGRECEDORES

A denúncia também apontava a suposta comercialização de anabolizantes e medicamentos para emagrecimento. Durante a vistoria, uma pequena quantidade desses produtos foi localizada.

A comerciante informou que o anabolizante era destinado ao seu uso pessoal. Já o marido dela, de 28 anos, declarou ser o proprietário da medicação para emagrecimento, afirmando que era para uso próprio.

Os envolvidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia Judiciária, onde a ocorrência foi apresentada para as providências legais cabíveis.