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Rio Preto e Araçatuba

Polícia prende mais três investigados por tortura e extorsão em Ariranha

Um quarto envolvido já foi preso pela polícia

Hiltonei Fernando
HILTONEI FERNANDO

09/03/2026 • 15:50 • Atualizado em 09/03/2026 • 15:50

Um quarto envolvido já foi preso pela polícia

Um quarto envolvido já foi preso pela polícia

foto: Polícia Civil

A Polícia Civil prendeu na manhã desta segunda-feira (9), mais três homens investigados por participação no mesmo esquema criminoso que levou à decretação da prisão temporária de um comerciante de Ariranha-SP por tortura e extorsão. Os novos suspeitos foram localizados, detidos e apresentados no Plantão Policial, sendo posteriormente encaminhados à Cadeia Pública de Catanduva-SP, onde permanecem à disposição da Justiça.

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As prisões fazem parte do mesmo procedimento investigativo desenvolvido pela Delegacia de Polícia de Ariranha-SP, que apura a atuação de um grupo responsável por submeter vítimas a agressões físicas, ameaças, intimidação e graves violações psicológicas, supostamente utilizadas como método de cobrança de dívidas.

Segundo apurado, as vítimas eram constrangidas mediante violência e, em alguns casos, tinham as agressões filmadas e divulgadas como forma de coação, que vinha amedrontando moradores daquela cidade

De acordo com a Polícia Civil, a complexidade do caso exigiu diligências extensas e criteriosas, principalmente devido ao temor das vítimas em registrar ocorrência, o que inicialmente dificultou a obtenção de provas. Com o avanço das investigações, surgiram novos indícios que levaram ao cumprimento das prisões.

O delegado responsável pelo caso, ressaltou que a investigação segue em andamento, visando à completa identificação de todos os envolvidos, bem como de outras possíveis vítimas. A possibilidade de novos fatos criminosos relacionados ao grupo também não está descartada.

Os investigados poderão responder pelos crimes de tortura e extorsão, cujas penas somadas podem ultrapassar 10 anos de reclusão, a depender das circunstâncias que vierem a ser confirmadas no curso do processo criminal.