
A vítima era uma mulher, na faixa etária de 30 a 39 anos
foto: ilustração
A Secretaria Municipal de Saúde DE Rio Preto-SP informou, no final da tarde de quinta-feira (12), que o município registrou uma morte por meningite bacteriana causada por pneumococo. De acordo com a pasta, é uma forma de meningite causada por uma bactéria que coloniza o trato respiratório e, em algumas situações, como após um resfriado ou em casos de baixa imunidade e pode virar infectante.
A vítima era uma mulher, na faixa etária de 30 a 39 anos, com comorbidades. Os primeiros sintomas foram no dia 6 de março. A paciente foi internada no dia 10 e o óbito foi confirmado em 11 de março. A Secretaria de Saúde informou também que o atendimento realizado na UPA Norte ocorreu em conformidade com os protocolos clínicos indicados para o quadro apresentado.
A Vigilância Epidemiológica esclareceu que, seguindo orientações do Ministério da Saúde, não há indicação de tratamento preventivo para contatos próximos, como o uso de medicamentos ou medidas de isolamento.
Em 2026, o município registra 13 casos confirmados de meningite, sendo 11 do tipo viral – mais frequente e leve da doença – e dois do tipo pneumocócica. Este é o único óbito por meningite registrado no ano, considerando todos os tipos da doença.
O QUE DIZ A ESCOLA:
A mulher trabalhava como berçarista em uma creche municipal na cidade. Por meio de nota, a direção da escola informou que, diante da confirmação do caso, todas as medidas necessárias foram adotadas em conjunto com a equipe de Vigilância em Saúde, seguindo rigorosamente os protocolos do Ministério da Saúde.
De acordo com a avaliação técnica das autoridades de saúde, não há necessidade de afastamento das atividades escolares, fechamento de salas ou adoção de medidas especiais de isolamento, pois o caso não se enquadra nas situações que exigem tratamento preventivo coletivo (quimioprofilaxia).
A escola permanece funcionando normalmente. Como medida preventiva geral, a direção fez algumas orientações para que as famílias reforcem alguns cuidados importantes: higienizar as mãos com frequência; orientar as crianças a cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar e manter os ambientes bem ventilados.
A escola reforçou ainda que crianças que apresentarem febre, vômitos, sintomas respiratórios ou mal-estar sejam avaliadas por um profissional de saúde e permaneçam em casa até a completa recuperação, contribuindo para a prevenção da transmissão de doenças.
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