
Criança estava desparecida
Reprodução/ Redes Sociais
Os suspeitos da morte da menina de cinco anos que estava desaparecida, em Itapetininga, permaneceram presos após audiência de custódia nesta quarta-feira (15/10). Foi decretada a prisão temporária deles por 30 dias.
A menina foi encontrada morta nos fundos de uma residência em Itapetininga (SP), na terça-feira (14/10). O padrasto e a mãe da criança, suspeitos do crime, foram presos também na terça-feira.
O delegado Franco Augusto Costa Ferreira, da DIG de Itapetininga, em entrevista ao Portal Band Multi Sorocaba e Região, contou que, inicialmente, o caso não era investigado como homicídio. O pai biológico de Maria Clara Aguirre Lisboa deixou de ter contato com a criança, acreditando que a mãe estava impedindo a comunicação deles e estranhou esse fato; o pai não mora em Itapetininga.
O Conselho Tutelar, então, foi comunicado e feito boletim de ocorrência de desaparecimento no dia 8 deste mês.
Segundo o delegado, após algum tempo, os policiais civis receberam a informação de que a criança poderia estar morta.
Nesta terça-feira, a mãe foi localizada, assim como o padrasto. De acordo com o delegado, já havia a suspeita de que o padrasto seria o autor, mas a Polícia Civil conseguiu esclarecer que tanto o padrasto como a mãe agrediram a criança e depois ocultaram o corpo.
No quintal da casa do pai do padrasto, os suspeitos cavaram uma cova e concretaram o local onde a menina foi enterrada. A polícia acredita que ela foi morta há uns 20 dias, mas exames serão feitos. Os pais do padrasto serão ouvidos.
Imagens: Polícia Civil


