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Sorocaba e Região

Homem é preso durante operação contra fraudes eletrônicas em Salto

Ação também aconteceu em Itapetininga

Da Redação
DA REDAÇÃO

26/03/2026 • 15:29 • Atualizado em 26/03/2026 • 15:29

Cartões de banco estão entre os itens apreendidos

Cartões de banco estão entre os itens apreendidos

Divulgação

Doze mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta quinta-feira (26/03), na “Operação Bankline”, deflagrada pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) nos estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e no Distrito Federal. Na região de Sorocaba, a ação foi em conjunto com Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP - CYBERGAECO) e 14º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP), nas cidades de Salto e Itapetininga. Uma pessoa foi presa.

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A operação tem o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas, que causou prejuízo de quase R$ 500 mil a uma empresa situada em Governador Valadares (MG) e a uma instituição financeira.

Os mandados foram cumpridos nas cidades de Senador Canedo, Goiânia, Planaltina de Goiás, em Goiás; Parauapebas, no Pará; Planaltina, no Distrito Federal; Duque de Caxias e Queimados, no Rio de Janeiro; São Paulo, Itapetininga, Praia Grande, Santos, Salto, em São Paulo.

Segundo informações do Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber), os mandados foram cumpridos nas cidades de Senador Canedo, Goiânia, Planaltina de Goiás, em Goiás; Parauapebas, no Pará; Planaltina, no Distrito Federal; Duque de Caxias e Queimados, no Rio de Janeiro; São Paulo, Itapetininga, Praia Grande, Santos, Salto, em São Paulo.

Sete pessoas foram presas. Materiais apreendidos: quatro notebooks, 10 celulares, dois HD's, um pendrive, cinco cadernos com anotações, R$22.715,00 em moeda corrente, um token de segurança, diversos documentos, 30 modems, 14 cheques, 126 cartões diversos, 24 máquinas de cartão, uma chipeira e 11 chips de operadoras.Investigação

A apuração começou após os criminosos invadirem uma conta bancária empresarial e realizarem o resgate indevido de um investimento no valor de R$ 800 mil para gerar saldo em conta. Logo depois dessa movimentação, o grupo efetuou o pagamento de 10 boletos bancários que somaram quase R$ 500 mil. O setor de segurança da instituição financeira identificou que os acessos foram feitos por aparelhos e conexões de internet não habituais localizados em municípios diversos daquele do estabelecimento da vítima.

Segundo apurado até o momento, o grupo suspeito contava com um núcleo tecnológico que utilizava conhecimentos avançados para habilitar dispositivos e burlar os sistemas de segurança bancária. Também mantinha um núcleo financeiro que recebia e distribuía o dinheiro entre várias contas de pessoas físicas e empresas para esconder o caminho dos valores e dificultar o trabalho das autoridades. Os materiais apreendidos nesta quinta-feira, 26 de março, passarão por perícia para identificar novas provas e outras possíveis vítimas do esquema.

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