Band Paraná

Adolescente fere colega com caneta em escola cívico-militar no PR

Jovem de 15 anos atingiu menino de 13 no pescoço; vítima foi levada à UPA Santana, em Ponta Grossa

Bárbara Hammes
BÁRBARA HAMMES

26/03/2026 • 13:51 • Atualizado em 26/03/2026 • 13:51

Um adolescente de 15 anos foi apreendido após ferir com uma caneta o pescoço de um colega de 13 anos dentro de um colégio cívico-militar em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

Compartilhar

O caso ocorreu em uma escola estadual, durante o horário de aulas. De acordo com as primeiras informações, o golpe atingiu a região do pescoço do estudante mais novo, que precisou de atendimento médico.

Ataque dentro de escola cívico-militar

Após a agressão, funcionários acionaram as equipes de emergência. O Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar compareceram ao colégio para controlar a situação e registrar a ocorrência.

No local, socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atenderam o adolescente ferido. Ele foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Santana, em Ponta Grossa.

Adolescente responde por tentativa de homicídio

Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia do Adolescente de Ponta Grossa, o autor da agressão foi apreendido pela prática de ato infracional equiparado ao crime de tentativa de homicídio qualificado.

O adolescente foi encaminhado às autoridades competentes, conforme os protocolos previstos para casos que envolvem menores de idade. A investigação vai apurar as circunstâncias do ataque e o que motivou o comportamento do aluno.

Escola abre apuração e aciona rede de proteção

Em nota, a direção da escola informou que o aluno responsável pela agressão foi encaminhado às autoridades e que iniciou uma apuração interna sobre o ocorrido.

De acordo com a instituição, uma reunião com a família do estudante envolvido está marcada para a próxima quinta-feira (26). A escola também afirmou que acionou a rede de proteção para acompanhamento do caso, com foco em medidas educativas e de apoio aos alunos.

A mobilização da rede de proteção busca garantir assistência psicológica e social às famílias e à comunidade escolar. A direção ressaltou o compromisso em seguir os protocolos de segurança e de prevenção à violência no ambiente de ensino.