O pai de Leonardo Pech Rodrigues usou as redes sociais para confirmar a condenação do homem responsável pela morte do adolescente de 17 anos, assassinado no bairro Cajuru, em Curitiba. Segundo a família, a Justiça condenou o réu a 57 anos, 8 meses e 21 dias de prisão.
A sentença foi proferida pelo Tribunal de Justiça do Estado do Paraná, que considerou o acusado culpado pelos crimes de roubo qualificado, praticado três vezes, roubo com resultado morte e dano qualificado, todos em continuidade delitiva.
Regime fechado e sem direito de recorrer em liberdade
De acordo com a decisão judicial, a pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado, com 10 meses e 21 dias em regime inicial semiaberto, referentes à detração penal. O magistrado também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, mantendo a prisão preventiva diante da gravidade dos crimes e da necessidade de preservação da ordem pública.
A condenação inclui ainda o pagamento de mais de 800 dias-multa, além das custas e despesas processuais.
Crime ocorreu durante assalto
Leonardo Pech Rodrigues morreu após ser baleado na cabeça ao presenciar um assalto na Rua Teófilo Otoni, no Cajuru, na noite de 13 de março de 2025. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o adolescente foi atingido.
Testemunhas relataram que o jovem tentou alertar sobre o crime e ajudar uma mulher que era alvo do assaltante. Durante a fuga, o criminoso efetuou o disparo que atingiu Leonardo.
Adolescente chegou a ser socorrido
Após ser baleado, Leonardo foi socorrido com vida e encaminhado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. O adolescente trabalhava em uma padaria da região e era conhecido por moradores do bairro.
O autor do crime fugiu a pé após o disparo, mas foi localizado e preso pela Polícia Militar ainda durante a madrugada.
Desfecho judicial
O caso foi investigado pela Polícia Civil do Paraná, que conduziu o inquérito até a denúncia e o julgamento. Com a condenação confirmada em decisão judicial, o processo entra agora na fase de execução da pena.
A família de Leonardo segue utilizando as redes sociais para manter viva a memória do adolescente e reforçar o pedido por justiça em casos de violência.
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