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Buscas por menino João Gabriel em Araucária entram no segundo dia

Operação com 150 agentes, cães, drones e aeronaves tenta localizar criança com autismo desaparecida em área rural de Araucária

Marcel Mercúrio
MARCEL MERCÚRIO

27/07/2026 • 09:25 • Atualizado em 27/07/2026 • 10:41

Equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná e de forças de segurança seguem nesta segunda-feira (27) as buscas pelo menino de 5 anos desaparecido em uma área rural de Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba. João Gabriel Ferreira dos Santos, de apenas 5 anos, seguem desaparecido.

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Operação mobiliza 150 pessoas e reforça buscas aquáticas

Segundo o Corpo de Bombeiros, as equipes atuam de forma ininterrupta, com prioridade para as buscas aquáticas em tanques e açudes da região, sem reduzir o ritmo das varreduras terrestres em áreas de mata e plantações.

De acordo com a corporação, cerca de 150 pessoas participam da força-tarefa, entre bombeiros militares, voluntários e integrantes da Polícia Civil (TIGRE), Polícia Militar e Guarda Municipal. A operação utiliza drones com câmera termal, mergulho técnico, dois binômios de busca com cães, além da aeronave Arcanjo 01, do Corpo de Bombeiros, e da Falcão 08, da Polícia Militar, além de 10 viaturas.

Até o momento, conforme informaram os bombeiros, a criança ainda não foi localizada e as buscas seguem em toda a área mapeada.

Menino desapareceu em propriedade rural com familiares

A ocorrência começou no domingo (26), quando o menino, de 5 anos, com transtorno do espectro autista (TEA), nível 2 de suporte e não verbal, desapareceu em uma propriedade rural onde estava com familiares.

Segundo relato da família às autoridades, eles perceberam a ausência da criança por volta das 11h. O Corpo de Bombeiros Militar do Paraná foi acionado às 12h10 e iniciou imediatamente uma operação integrada de busca na região.

Área extensa e com mata densa desafia equipes

No primeiro dia de operação, as equipes realizaram varreduras em uma área aproximada de 3,15 km², utilizando diferentes técnicas de busca terrestre e aquática.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, a região é predominantemente agrícola, com vegetação densa, áreas de mata fechada e diversos tanques e açudes, fatores que aumentam a complexidade dos trabalhos.

A corporação afirma que permanece empenhada na operação e que divulgará novas informações conforme o avanço das buscas na Região Metropolitana de Curitiba.