A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu, nesta terça-feira (31), em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba, o terceiro suspeito de participar do roubo de um carro que levava a cadela Belinha, em 28 de fevereiro, no Parque Tanguá.
Segundo a corporação, o homem foi localizado por equipes da PCPR e levado para a delegacia antes de ser encaminhado ao sistema penitenciário. Ele se junta a outros dois investigados já detidos no início de março pelo mesmo crime.
Cachorra voltou sozinha para casa
De acordo com o delegado da PCPR Felipe Boffo, dias após o roubo, a cadela que estava no veículo retornou sozinha à residência da família. Belinha havia sido levada junto com o automóvel durante o crime no parque, em Curitiba.
O episódio passou a ser chamado de "caso Belinha" exatamente por causa da história da cadela, levada dentro do carro e que conseguiu retornar por conta própria depois do crime.
Carro foi usado em outros crimes e apareceu incendiado
As investigações da PCPR apontam que o carro roubado no Parque Tanguá teria sido utilizado em outros crimes na região do Abranches, em Curitiba, e no município de Almirante Tamandaré. As ações ocorreram após o roubo do dia 28 de fevereiro.
O veículo foi localizado incendiado no início de março, dois dias depois da prisão dos dois primeiros suspeitos do roubo, conforme informou a PCPR.
Boffo explica que, ao longo da apuração, os investigadores identificaram e prenderam três pessoas apontadas como autoras do roubo do veículo. "Ao todo, três pessoas foram presas durante a investigação, apontadas como autoras do roubo do veículo", afirmou o delegado.
Homicídios seguem sob investigação
Além do roubo e dos demais delitos atribuídos ao grupo, a PCPR informa que as investigações relacionadas a homicídios seguem em andamento. A polícia não detalhou quantos casos são analisados nem a possível ligação com o uso do veículo roubado.
O homem preso nesta terça-feira (31) foi encaminhado ao sistema penitenciário e permanece à disposição da Justiça.
Como denunciar
A PCPR ressalta que a população pode ajudar em investigações em curso com denúncias anônimas. As informações podem ser repassadas pelos telefones 197, da Polícia Civil do Paraná, ou 181, do Disque-Denúncia.
Em situações de emergência ou quando o crime estiver em andamento, a orientação é acionar imediatamente a Polícia Militar pelo telefone 190.
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