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Caso dos desaparecidos em Icaraíma completa um mês sem respostas

Polícia Civil investiga o caso e divulgou novas imagens dos suspeitos. O policial segue internado, mas consciente.

Da redação
DA REDAÇÃO

05/09/2025 • 16:29 • Atualizado em 05/09/2025 • 16:29

Quatro homens seguem sumidos; suspeitos seguem foragidos e investigações continuam sob sigilo da Polícia Civil

Quatro homens seguem sumidos; suspeitos seguem foragidos e investigações continuam sob sigilo da Polícia Civil

Foto: Band Paraná

O desaparecimento de quatro homens em Icaraíma, no noroeste do Paraná, completa nesta sexta-feira (5) um mês sem respostas. As famílias seguem cobrando informações e a Polícia Civil mantém as investigações em sigilo.

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Tudo que se sabe até aqui

Quem são os desaparecidos

Rafael – Morador de São José do Rio Preto (SP), casado, pai e avô. Proprietário de imóveis de aluguel, aceitava eventualmente serviços de cobrança. Foi chamado para a viagem ao Paraná.

Robishley – Casado com Denise Cristina Pereira, pai de duas crianças pequenas. Já havia feito trabalhos de cobrança ao lado de Rafael e o convidou para esta viagem.

Diego – Morador de Olímpia (SP), acompanhava os amigos na missão de cobrança. Está incomunicável desde o início de agosto.

Alencar – Contratou os serviços do trio. Era conhecido por ser próximo da família e, segundo relatos, nunca havia desaparecido antes.

Suspeitos foragidos

A Polícia Civil do Paraná procura Antônio Buscariollo e Paulo Ricardo Costa Buscariollo, pai e filho apontados como principais suspeitos de envolvimento no desaparecimento. A Justiça decretou a prisão preventiva dos dois, mas até agora eles não foram localizados.

Linha do tempo do caso

4 de agosto – Trio sai de São Paulo em direção a Icaraíma para cobrar dívida de uma propriedade rural. Se encontram com Alencar.

5 de agosto (manhã) – Grupo vai até a área rural e combina retorno no dia seguinte. Última aparição registrada em uma padaria por volta das 11h.

5 de agosto (tarde) – Robishley faz contato com a esposa pela última vez. Depois, celulares caem direto na caixa postal.

6 de agosto – Denise registra o desaparecimento na Polícia Civil.

9 de agosto – Caso passa a ser investigado como homicídio. Prisão de dois suspeitos é decretada, mas eles seguem foragidos.

5 de setembro – Mistério completa um mês; famílias aguardam respostas.

Advogada da família fala com a Band sobre as novidades do caso