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Curitiba é a 3ª capital com mais casamentos civil e religioso no país

Levantamento do IBGE mostra que 46,5% dos casais formalizam a união no civil e no religioso, acima da média nacional.

Por Redação
REDAÇÃO

05/11/2025 • 17:57 • Atualizado em 05/11/2025 • 17:57

Curitiba é a terceira capital com mais casamentos no civil e religioso, aponta IBGE

Curitiba é a terceira capital com mais casamentos no civil e religioso, aponta IBGE

Foto: Levy Ferrira/SECOM

Contrariando a tendência nacional de crescimento das uniões consensuais, Curitiba aparece entre as cidades onde os casamentos formais ainda predominam.

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De acordo com dados do Censo 2022 – Nupcialidade e Família, do IBGE, divulgados nesta quarta-feira (5), 46,57% dos casais da capital paranaense são casados no civil e no religioso.

O percentual coloca Curitiba na 3ª posição entre as capitais brasileiras, atrás apenas de Belo Horizonte (53,93%) e Vitória (51,03%).

Uniões estáveis são minoria em Curitiba

O levantamento mostra que 31,18% dos casais vivem em união estável, 21,16% possuem apenas o casamento civil e 1,09% se uniram somente em cerimônia religiosa.

No cenário nacional, as uniões estáveis representam 38,9%, enquanto os casamentos civil e religioso somam 37,9%.

Em Curitiba, 51,35% da população vive algum tipo de união e 48,65% está solteira.

Entre os solteiros, 19,04% já viveram com alguém e 39,61% nunca estiveram em relacionamento conjugal.

Perfil das famílias curitibanas

Os dados mostram que as famílias da capital têm se tornado menores e mais diversas.

Atualmente, 39,84% são formadas por casais com filhos, 26,88% por casais sem filhos e 13,28% por mulheres sem cônjuge e com filhos.

Outros 8,93% se enquadram em diferentes arranjos familiares.

Em relação ao tamanho, 42,98% das famílias têm duas pessoas, 32,41% têm três, e 18,62% têm quatro integrantes.

Maioria dos responsáveis tem ensino superior

A pesquisa aponta que 54,02% dos responsáveis pelos domicílios são homens, enquanto 45,98% são mulheres.

Entre os responsáveis, 36,78% têm ensino superior completo, e 34,5% concluíram o ensino médio.

A maior parte deles (34,02%) tem entre 35 e 49 anos, seguida por 28,14% entre 50 e 64 anos e 19,9% entre 20 e 34 anos.