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Ex-secretário de Campo Magro é preso, suspeito de furtos em condomínio de luxo e joalherias

Wagner de Paula Goulart foi detido em casa, em Campo Magro, e é investigado por crimes no Paraná e em Santa Catarina, além da venda de cigarros eletrônicos.

Da redação com Marcel Mercúrio | TV BAND PR
DA REDAÇÃO COM MARCEL MERCÚRIO | TV BAND PR

02/09/2025 • 08:34 • Atualizado em 02/09/2025 • 08:34

Ex-secretário de Campo Magro é preso, suspeito de furtos em condomínio de luxo e joalherias

Ex-secretário de Campo Magro é preso, suspeito de furtos em condomínio de luxo e joalherias

Foto: Marcel Mercúrio | Band Paraná

O ex-secretário de Turismo de Campo Magro, Wagner de Paula Goulart, de 30 anos, foi preso na manhã desta terça-feira (2) em sua casa, na Região Metropolitana de Curitiba. A ação faz parte de uma operação do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC) de Santa Catarina, com apoio da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR) e do Denarc da Polícia Civil do Paraná. A Band Paraná teve acesso com exclusividade ao mandado de prisão e acompanhou no Bora Paraná o momento da prisão.

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A prisão temporária foi decretada pela Vara Estadual de Organizações Criminosas da Comarca da Capital de Santa Catarina, com validade de 30 dias, prorrogáveis se necessário.

Suspeitas de crimes

De acordo com as investigações, Goulart é suspeito de integrar uma quadrilha especializada em furtos a imóveis de alto padrão, utilizando a chamada “escalada”, quando os criminosos invadem prédios e casas de luxo para subtrair objetos de valor.

Ele também é investigado por suposta ligação com a venda de cigarros eletrônicos com essência de cannabis. Em Curitiba, há suspeita de participação em uma ação criminosa em uma mansão no bairro Santo Inácio, além de outros crimes em estados vizinhos, como o furto a uma joalheria em Santa Catarina.

Contexto político

Wagner de Paula Goulart foi exonerado em maio de 2025 do cargo de secretário de Turismo de Campo Magro. Na época, a Prefeitura afirmou que os indícios de envolvimento em atividades criminosas eram “incompatíveis com a função pública”.

Além dele, também tiveram prisão temporária decretada Gabriela Toledo Constant, Herick Ebenezer Alves Maciel e Ivan Alves Ramos.