Band Paraná

Falsos policiais assaltam distribuidora de bebidas em Curitiba

Quadrilha usou coletes balísticos, balaclavas e placas com palavra polícia em veículos para enganar funcionários.

Marcel Mercúrio
MARCEL MERCÚRIO

08/07/2026 • 10:33 • Atualizado em 08/07/2026 • 10:42

Criminosos que se passaram por policiais assaltaram uma distribuidora de bebidas em Curitiba (PR), ao chegarem ao local vestidos com coletes balísticos, balaclavas e cintos de guarnição e anunciarem uma falsa fiscalização que rapidamente se transformou em voz de assalto.

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Quadrilha chega fantasiada de policiais

Segundo a apuração, quatro homens participaram da ação. Eles entraram na distribuidora usando roupas e equipamentos que lembravam o uniforme de forças de segurança, o que levou funcionários a acreditarem que se tratava de uma visita oficial para checar documentos e o funcionamento do estabelecimento.

Poucos instantes depois de se identificarem como responsáveis por uma suposta fiscalização, os criminosos revelaram que se tratava de um assalto. O grupo rendeu quem estava no local e passou a recolher pertences, enquanto mantinha o ambiente sob tensão. O episódio sequestrou a tranquilidade da empresa, surpreendida pela violência repentina.

Roubo de dinheiro e produtos da distribuidora

Armados com pistola e revólver, os falsos agentes roubaram dinheiro em espécie e diversos produtos da distribuidora de bebidas. De acordo com as vítimas, os criminosos selecionaram mercadorias do estoque e também levaram valores que estavam no caixa, antes de deixar o estabelecimento.

Fuga em veículos com placas de polícia

Na sequência, a quadrilha fugiu em dois veículos. Segundo relataram as vítimas, um dos carros era um Fox branco e o outro, uma Duster marrom. Ambos estavam estacionados nas proximidades da distribuidora e foram usados para transportar os suspeitos e os bens roubados.

O detalhe que chamou a atenção das vítimas foi a presença de placas com a palavra polícia nos dois veículos. Para quem presenciou o crime, o uso das placas personalizadas reforçou o disfarce e dificultou perceber, num primeiro momento, que se tratava de uma ação criminosa e não de uma operação oficial.