Vinícius Guedes Sin, de 40 anos, foi preso preventivamente em casa, no Rio de Janeiro, suspeito de cometer os crimes de violação de segredo de Justiça, perseguição e denunciação caluniosa. As vítimas são uma promotora de Justiça, uma juíza e uma advogada que atuaram em um processo envolvendo ele e o filho, de seis anos.
De acordo com a investigação, Vinícius ficou insatisfeito com o resultado do julgamento que o proibiu de manter contato com a criança e decidiu criar uma página na internet associando a atuação das três mulheres ao nazismo.
A Justiça do Paraná determinou a prisão do suspeito e a retirada do site do ar.
Vazamento de dados e ataques nas redes sociais
Segundo a apuração, os ataques institucionais e de gênero começaram em dezembro do ano passado nas redes sociais. Vinícius chegou a vazar documentos sigilosos, endereços residenciais e dados de menores ligados às três mulheres.
Ele também protocolou reclamações consideradas infundadas em órgãos de controle, como o Conselho Nacional de Justiça, na tentativa de intimidar as vítimas.
Apreensão de eletrônicos e investigação
A Polícia apreendeu aparelhos eletrônicos que vão passar por perícia. O material será analisado para aprofundar a investigação sobre os crimes atribuídos ao suspeito.
De acordo com o Ministério Público do Paraná, a denúncia contra Vinícius Guedes Sin deve ser oferecida até o fim desta semana.
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