Um homem suspeito de realizar um sequestro relâmpago em Curitiba foi preso pela Polícia Militar nesta sexta-feira (27) e, segundo a corporação, é o mesmo que havia sido detido em 17 de janeiro após trocar tiros com equipes da Rone, no Contorno Norte, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana da capital.
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Após a prisão desta sexta, o suspeito continuou a ameaçar a vítima mesmo já dentro da viatura policial. Ele afirmou que sabia onde ela morava e que iria procurá-la novamente. A ameaça foi registrada pela equipe de reportagem da Band no local da ocorrência.
"Eu sei onde você mora e vou atrás de você", disse o homem detido, dirigindo-se à vítima dentro do carro da polícia.
De acordo com as informações apuradas, o homem havia se entregado aos policiais no episódio de janeiro, chegou a ser preso e, desde então, estava em liberdade.
Confronto em janeiro deixou dois suspeitos mortos
No dia 17 de janeiro, um confronto entre policiais e integrantes de uma quadrilha especializada em roubo de veículos deixou dois suspeitos mortos no Contorno Norte, em Almirante Tamandaré, na Região Metropolitana de Curitiba. Outro homem se entregou e foi preso; ele é o suspeito que voltou a ser detido nesta sexta-feira (27).
Segundo informações apuradas na ocasião, a ocorrência começou após o roubo de um Renault Sandero vermelho no bairro Hauer, em Curitiba. Um Fiat Palio branco era usado como carro de apoio pelo grupo.
Um policial militar que retornava do trabalho reconheceu o Sandero roubado trafegando pela rodovia e pediu apoio das equipes de serviço. Durante a abordagem, o condutor do Sandero se rendeu sem oferecer resistência.
Já o casal que seguia no Palio, responsável pela cobertura da ação criminosa, reagiu à aproximação dos policiais. Houve troca de tiros, os dois foram baleados e morreram no local.
Suspeito morto tinha mandados em aberto
Um dos mortos foi identificado como Felipe Santos Cardoso. De acordo com a polícia, ele tinha três mandados de prisão em aberto. A mulher que estava com ele não era sua esposa, e a companheira de Felipe já se encontrava presa naquele momento.
Naquele dia, as equipes isolaram a área para o trabalho da perícia, e o caso passou a ser investigado para apurar todas as circunstâncias do confronto e da atuação da quadrilha de roubo de veículos.
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