A Polícia Científica do Paraná concluiu que a morte do bebê Gael Henry Cunha de Oliveira, ocorrida em maio deste ano, não teve sinais de violência. O laudo oficial foi juntado ao inquérito e divulgado nesta segunda-feira (10).
De acordo com o documento assinado pelo médico-legista Pablo Daniel Huber, a causa da morte é indeterminada, sem evidências de causas externas, asfixia, trauma ou envenenamento. O corpo apresentava apenas pequenas marcas compatíveis com tentativas de reanimação.
O exame anatomopatológico indicou alterações inespecíficas, como edema pulmonar e congestão em órgãos internos, quadro comum em casos de morte súbita infantil.
A defesa do casal investigado afirma que o laudo confirma a inexistência de crime. “Não houve violência, intoxicação ou negligência. Trata-se de uma trágica fatalidade, não de um ato criminoso”, disse o advogado Júnior Ribeiro.
Com base nas conclusões, a defesa deve pedir o arquivamento do inquérito nos próximos dias, por entender que não há indícios de homicídio, nem mesmo culposo.
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