
PCPR recupera itens de luxo avaliados em R$105 mil reais e prende mulher em flagrante em Curitiba
Foto: PCPR
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu em flagrante, na manhã desta segunda-feira (23), em Curitiba, uma mulher de 44 anos por posse ilegal de arma de fogo, durante operação que também recuperou itens furtados avaliados em R$ 105 mil.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu em fevereiro deste ano. A suspeita trabalhava na residência da vítima e, segundo a polícia, aproveitou o acesso ao imóvel para subtrair diversos objetos de alto valor.
Após diversas diligências, a PCPR identificou a mulher como principal suspeita e representou à Justiça pelo cumprimento de mandado de busca em seu endereço, na capital paranaense.
Itens de luxo recuperados
No local das buscas, os policiais civis localizaram um par de tênis, uma bolsa de marca de luxo, carteiras e um óculos de sol que, conforme a apuração, pertenciam à vítima do furto.
A delegada da PCPR Juliana Cordeiro afirmou que os bens somam prejuízo expressivo para a proprietária e serão devolvidos após os trâmites legais.
“Os objetos recuperados, que totalizaram prejuízo significativo, serão prontamente restituídos à vítima”, afirma a delegada Juliana Cordeiro.
Arma e munições apreendidas
Além dos itens de luxo, a equipe encontrou na residência um revólver calibre .38, com cinco munições intactas e uma deflagrada. A arma estava em situação irregular, o que caracterizou o crime de posse ilegal de arma de fogo.
Diante da situação, os policiais deram voz de prisão à suspeita, que foi encaminhada à Delegacia de Furtos e Roubos de Curitiba para os procedimentos cabíveis e formalização do flagrante.
Investigação por furto qualificado segue
Segundo a PCPR, a investigação sobre o crime de furto qualificado segue em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso. Os policiais buscam detalhar como a suspeita teve acesso aos bens e se houve a participação de outras pessoas.
Em situações semelhantes, a legislação prevê penas mais rigorosas quando o furto ocorre com abuso de confiança ou é praticado por alguém que trabalha na casa da vítima, como empregados ou prestadores de serviço, o que torna a apuração do caso ainda mais relevante para a polícia.
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