A Polícia Civil do Paraná, por meio da Delegacia de Araucária, cumpriu na tarde desta quinta-feira (26 de março de 2026) mandado de prisão temporária contra uma mulher de 39 anos suspeita de atrair uma vítima para uma emboscada que terminou em roubo circunstanciado no fim de fevereiro, nas proximidades da Represa do Passaúna, na Região Metropolitana de Curitiba.
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De acordo com as investigações, a suspeita teria marcado um encontro de cunho romântico com a vítima por meio de rede social. No ponto combinado, ela teria facilitado a entrada de dois comparsas, que agrediram o homem com golpes de facão e pedradas, levando o veículo e ferramentas de trabalho.
O caso é apurado no inquérito policial nº 93265/2026. A Polícia Civil aponta a mulher como peça-chave do crime, por ser responsável por atrair a vítima e dar acesso aos demais envolvidos, que executaram a agressão e a subtração dos bens.
Identificação e reconhecimento
As diligências avançaram após a equipe de investigação confirmar a identidade da suspeita, que já era monitorada pelos policiais. Em seguida, a vítima reconheceu a mulher, o que reforçou o conjunto de indícios reunidos no inquérito.
Com essas informações, a autoridade policial representou ao Poder Judiciário pela prisão temporária, medida que foi deferida e cumprida nesta quinta-feira. A mulher foi localizada em Araucária e encaminhada à delegacia da cidade, onde prestará depoimento.
Foco agora é chegar aos comparsas
Segundo a Polícia Civil, a prisão temporária é considerada essencial para o prosseguimento das investigações. A expectativa é que a detida forneça elementos que permitam identificar e localizar os outros dois envolvidos na agressão, que seguem foragidos.
Com a suspeita sob custódia, os investigadores também buscam recuperar o restante dos pertences levados da vítima, em especial o veículo e as ferramentas utilizadas no trabalho. A corporação afirma que continua em diligências para esclarecer todos os detalhes do roubo.
A prisão temporária é utilizada em fases iniciais de investigações para garantir a colheita de provas e evitar interferências no inquérito. A mulher permanecerá à disposição da Justiça enquanto o caso segue em apuração.
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