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Nuvem funil é registrada no Noroeste do Paraná

Caso ocorre em Santo Antônio do Caiuá e Estado soma cinco registros em 2026

Da redação
DA REDAÇÃO

16/02/2026 • 09:49 • Atualizado em 16/02/2026 • 09:49

Mais uma nuvem funil registrada no PR

Mais uma nuvem funil registrada no PR

Foto: Larissa Moreira | Portal da Cidade de Paranavaí

Uma nuvem funil é registrada no sábado, dia 14 de fevereiro, em Santo Antônio do Caiuá, no Noroeste do Estado. O fenômeno é o quinto caso contabilizado em 2026 pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, Simepar.

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Antes desse registro, nuvens funil são observadas em 9 de janeiro, em Ponta Grossa, em 11 de janeiro, em Paulo Frontin, em 15 de janeiro, em São Jorge do Ivaí, e em 17 de janeiro, em Arapongas.

O que é nuvem funil

Segundo o Simepar, a nuvem funil recebe esse nome pelo formato semelhante a um funil que se projeta da base de uma nuvem de tempestade, geralmente do tipo Cumulonimbus ou Cumulus. O fenômeno se forma a partir de uma coluna de ar em rotação dentro da tempestade.

O meteorologista Reinaldo Kneib explica que o verão reúne condições favoráveis para tempestades severas, como calor, alta umidade e sistemas atmosféricos que intensificam a instabilidade.

Diferença entre nuvem funil e tornado

De acordo com o Simepar, a nuvem funil só passa a ser considerada tornado se tocar o solo. Caso ocorra sobre a água, o fenômeno é classificado como tromba d’água.

Enquanto permanece suspensa, a nuvem funil não representa perigo direto para a população em solo, mas pode oferecer risco à aviação. A recomendação é acompanhar os alertas meteorológicos e buscar abrigo em caso de tempestades intensas.