
Mais uma nuvem funil registrada no PR
Foto: Larissa Moreira | Portal da Cidade de Paranavaí
Uma nuvem funil é registrada no sábado, dia 14 de fevereiro, em Santo Antônio do Caiuá, no Noroeste do Estado. O fenômeno é o quinto caso contabilizado em 2026 pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná, Simepar.
Antes desse registro, nuvens funil são observadas em 9 de janeiro, em Ponta Grossa, em 11 de janeiro, em Paulo Frontin, em 15 de janeiro, em São Jorge do Ivaí, e em 17 de janeiro, em Arapongas.
O que é nuvem funil
Segundo o Simepar, a nuvem funil recebe esse nome pelo formato semelhante a um funil que se projeta da base de uma nuvem de tempestade, geralmente do tipo Cumulonimbus ou Cumulus. O fenômeno se forma a partir de uma coluna de ar em rotação dentro da tempestade.
O meteorologista Reinaldo Kneib explica que o verão reúne condições favoráveis para tempestades severas, como calor, alta umidade e sistemas atmosféricos que intensificam a instabilidade.
Diferença entre nuvem funil e tornado
De acordo com o Simepar, a nuvem funil só passa a ser considerada tornado se tocar o solo. Caso ocorra sobre a água, o fenômeno é classificado como tromba d’água.
Enquanto permanece suspensa, a nuvem funil não representa perigo direto para a população em solo, mas pode oferecer risco à aviação. A recomendação é acompanhar os alertas meteorológicos e buscar abrigo em caso de tempestades intensas.
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