
Paraná terá 32 Condomínios do Idoso; seis já foram entregues
Foto: Felipe Henschel/AEN
Com a inauguração do Condomínio do Idoso Dona Lurdes Maria Piacentini, em Campo Mourão, nesta quinta-feira (2), o Governo do Paraná já entregou seis unidades habitacionais do programa Viver Mais, modalidade do Casa Fácil voltada à população acima dos 60 anos.
O investimento total é de aproximadamente R$ 244 milhões, oriundos do Tesouro Estadual e da transformação da Copel em corporação. Ao todo, estão previstos 32 condomínios em diferentes regiões do Estado.
Estrutura dos residenciais
Cada condomínio possui 40 moradias adaptadas, além de áreas comuns voltadas ao lazer e à saúde, como ambulatório, praça, academia ao ar livre, horta comunitária, salão de festas e quiosques de jogos.
As unidades já entregues estão localizadas em Jaguariaíva, Prudentópolis, Foz do Iguaçu, Cornélio Procópio, Arapongas e Campo Mourão.
Obras em andamento
Outros 13 condomínios estão em obras, alguns próximos da conclusão. O de Ponta Grossa já foi finalizado e será entregue no próximo dia 10 de outubro. Em Guarapuava, a construção está 97,90% concluída, com inauguração prevista para novembro.
Veja a situação das obras:
Ponta Grossa – 100%
Guarapuava – 97,90%
Cascavel – 77,27%
Francisco Beltrão – 69,78%
Telêmaco Borba – 66,11%
Irati – 50,31%
São Miguel do Iguaçu – 24,93%
Loanda – 22,53%
Santo Antônio do Sudoeste – 14,16%
Toledo – 11,24%
Guaíra – 10,88%
Goioerê – 10,80%
Ivaiporã – estágio inicial
Novas contratações e projetos
Além dos empreendimentos em obras, outros 13 condomínios estão em diferentes fases de contratação, licitação ou projeto. Já foram contratados os de Astorga e Pato Branco. Em licitação estão Assis Chateaubriand, Cianorte e Maringá. E em fase de projeto estão as unidades de Ibiporã, Laranjeiras do Sul, Londrina, Palotina, Paranavaí, Quedas do Iguaçu, São José dos Pinhais e São Mateus do Sul.
Como funciona o programa
Geridos pela Cohapar, os condomínios atendem idosos sozinhos ou casais acima dos 60 anos, com renda de até seis salários-mínimos, e prioridade para os de menor poder aquisitivo. O modelo prevê aluguel social equivalente a 15% do salário mínimo (R$ 227,70 atualmente).
O objetivo é oferecer moradia adaptada, estrutura de saúde básica e convivência social, reduzindo casos de isolamento e depressão na terceira idade.
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