
Homem é procurado pela polícia suspeito de homicídio
Foto: Band Paraná
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) identificou um homem de 39 anos como suspeito de envolvimento no desaparecimento das jovens Sttela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, em Cianorte, no interior do Estado, e representou pela prisão temporária dele, informou a corporação em nota.
De acordo com a PCPR, as apurações avançaram significativamente e apontam fortes indícios de envolvimento do investigado, identificado como Clayton Antonio da Silva Cruz, no caso que apura o sumiço das duas jovens.
A polícia divulgou a imagem de Clayton e afirma que ele utilizava um documento de identidade falso para ocultar o verdadeiro nome e se furtar da ação da Justiça, já que constava como foragido.
Suspeito foragido por roubo agravado
Segundo a investigação, o suspeito possui mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo agravado, expedido pela Comarca de Apucarana, no interior do Paraná.
Os investigadores apuraram ainda que o último registro de atividade de Sttela e Letycia na internet ocorreu na madrugada de 21 de abril, informação considerada relevante para traçar a linha do tempo do desaparecimento.
Linha de investigação aponta possível homicídio

Diante do conjunto probatório reunido até o momento — composto por depoimentos, reconhecimento formal, análise de deslocamento e relatório investigativo —, a principal linha de investigação da PCPR é a de possível crime de homicídio.
A Polícia Civil formalizou pedido de prisão temporária de Clayton Antonio da Silva Cruz, que recebeu parecer favorável do Ministério Público e agora aguarda apreciação do Poder Judiciário.
A prisão temporária é uma medida cautelar prevista em lei, usada em situações específicas para auxiliar a coleta de provas e garantir o andamento das investigações em casos de crimes graves.
Polícia pede ajuda da população
A PCPR reforça que qualquer informação sobre o paradeiro de Clayton deve ser imediatamente comunicada às autoridades responsáveis pela investigação.
As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos telefones 181, 190, 197 ou diretamente em qualquer unidade policial, segundo a corporação.
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