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Polícia cumpre 35 mandados contra grupo suspeito de tráfico e roubos na Grande Curitiba

Ação mira organização criminosa envolvida com tráfico de drogas e furtos e roubos de veículos

Da redação com Marcel Mercúrio | Bora PR
DA REDAÇÃO COM MARCEL MERCÚRIO | BORA PR

23/10/2025 • 09:04 • Atualizado em 23/10/2025 • 09:04

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) está nas ruas na manhã desta quinta-feira (23) para cumprir 35 mandados judiciais contra uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas e com crimes patrimoniais, como furtos e roubos de veículos. A operação acontece em Araucária, São José dos Pinhais, Fazenda Rio Grande, Colombo e Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, e também na capital paranaense.

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Com apoio de cães farejadores, os policiais civis cumprem 30 mandados de busca e apreensão e cinco de prisão temporária. O objetivo é desarticular o grupo criminoso e coletar provas para subsidiar novas fases da investigação.

Início das investigações

As apurações começaram após a prisão em flagrante de um homem e uma mulher, em Curitiba, por roubo de veículo em 2024. O celular do casal foi apreendido e submetido à perícia, revelando uma série de diálogos sobre troca de carros roubados por drogas, compra de armas e planejamento de crimes.

“Nas conversas existentes e dados de mídia extraídos, descobrimos diversos diálogos e negociações sobre trocas de veículos roubados por drogas, compras de arma de fogo e planejamento de roubos”, explicou o delegado Felipe Boffo, responsável pela investigação.

Esquema criminoso

Durante o trabalho investigativo, a PCPR identificou novos integrantes do grupo, que atuavam em roubos, furtos e adulterações de veículos na Grande Curitiba. A polícia descobriu ainda que os suspeitos mantinham negócios com traficantes já investigados em outros inquéritos.

O esquema consistia na troca de veículos furtados e roubados por maconha. Em alguns casos, os criminosos recebiam carros como pagamento por drogas ou entregavam produtos de crime em troca de entorpecentes.

“Em diversos casos, os criminosos também adquiriam drogas a partir da entrega de produtos de crime ou, em sentido inverso, recebiam veículos como pagamento por entorpecentes fornecidos”, afirmou a delegada Grazieli Schmitz.

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