Band Paraná

PF deflagra Operação Blue Sky contra o crime organizado no PR

Ação da FICCO cumpre mandados em cinco cidades do Oeste e mira grupo ligado ao PCC

Da redação
DA REDAÇÃO

18/03/2026 • 13:46 • Atualizado em 18/03/2026 • 13:46

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Paraná (FICCO/PR) deflagrou, na manhã desta quarta-feira (18 de março), a Operação Blue Sky em cinco cidades do Oeste do estado, voltada ao combate ao tráfico de drogas e armas e à desarticulação de uma organização criminosa ligada ao PCC.

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Ação em cinco cidades do Oeste

As equipes cumpriram mandados nos municípios de Céu Azul, Cascavel, Vera Cruz do Oeste, Matelândia e Foz do Iguaçu. Segundo a Polícia Federal, a deflagração ocorre no contexto de uma megaoperação nacional contra o crime organizado.

Em Céu Azul, os agentes prenderam um homem em flagrante durante as diligências. A corporação não detalhou, até o momento, o material apreendido na abordagem.

Mandados e prisões

De acordo com a FICCO/PR, os policiais cumpriram 23 mandados de busca e apreensão domiciliar e nove mandados de prisão preventiva expedidos pela Justiça. A operação já resultou no cumprimento de seis prisões preventivas e em sete prisões em flagrante.

As ordens judiciais fazem parte de uma investigação que mira um grupo suspeito de atuar no tráfico de drogas e na prática de crimes violentos relacionados à disputa territorial no interior do Paraná.

Força-tarefa nacional

A Operação Blue Sky integra a Operação Força Integrada I, iniciativa coordenada em nível nacional e realizada de forma simultânea em 14 estados. O objetivo é enfraquecer estruturas financeiras e logísticas de organizações com atuação interestadual.

A ação mobilizou policiais do Batalhão de Polícia de Fronteira (BPFRON), do 6º Batalhão de Polícia Militar (6º BPM), do Comando de Aviação da Polícia Militar do Paraná (COMAV/PMPR), além de servidores da Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e da Receita Federal do Brasil.

Segundo nota divulgada pela Comunicação Social da PF no Paraná, as investigações continuam para identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a coleta de provas sobre a ligação do grupo com o Primeiro Comando da Capital.