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Polícia desarticula quadrilha que furtou mais de 300 cabeças de gado no Noroeste do Paraná

Operação da PCPR prendeu dois suspeitos em cidades do Norte e Noroeste; grupo agia desde o início do ano com caminhões e placas falsas.

Da redação
DA REDAÇÃO

24/10/2025 • 14:40 • Atualizado em 24/10/2025 • 14:40

Operação da Polícia Civil prendeu dois suspeitos e cumpriu mandados em Londrina, Ortigueira e Califórnia. Grupo furtou mais de 300 cabeças de gado desde janeiro.

Operação da Polícia Civil prendeu dois suspeitos e cumpriu mandados em Londrina, Ortigueira e Califórnia. Grupo furtou mais de 300 cabeças de gado desde janeiro.

Foto: PCPR

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) desarticulou nesta sexta-feira (24) uma organização criminosa especializada em furtar gado em diversas cidades do Noroeste do Estado. A ação foi coordenada pela delegacia de Cruzeiro do Oeste e resultou na prisão de duas pessoas. As diligências ocorreram simultaneamente em Londrina, Ortigueira e Califórnia.

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Foram cumpridos oito mandados judiciais — quatro de prisão preventiva e quatro de busca e apreensão, expedidos pela Vara Criminal de Cruzeiro do Oeste.

Grupo agia durante a madrugada

De acordo com o delegado Leonardo Queiroz, os criminosos atuavam desde o início de 2024. O grupo monitorava propriedades rurais vulneráveis, identificava a rotina das fazendas e agiu durante a madrugada, utilizando caminhões com placas falsas.

Os animais furtados eram transportados principalmente para a região de Londrina.

Durante as investigações, a Polícia Militar do Paraná (PMPR) já havia prendido dois integrantes do grupo em Nova Esperança e Rolândia, com gado furtado e caminhões adulterados.

Mais de 300 cabeças de gado furtadas

As investigações apontam que a quadrilha é responsável por mais de 300 cabeças de gado furtadas em diferentes municípios da região.

Entre os casos confirmados estão:

  • Tuneiras do Oeste (6 de janeiro): 21 cabeças;
  • Cruzeiro do Oeste (2 de abril): 48 cabeças;
  • Tapejara (23 de setembro): 75 cabeças;
  • Tapejara (20 de novembro): 37 cabeças.

Durante a operação, dois mandados de prisão preventiva foram cumpridos e celulares apreendidos. Um dos principais investigados, de 42 anos, já estava preso por outro crime de abigeato, ocorrido em dezembro em Paranapoema.

Investigações continuam

A PCPR segue com as investigações para identificar outros envolvidos no esquema. Os presos foram encaminhados ao sistema penitenciário, onde permanecem à disposição da Justiça.