Band Paraná

Polícia prende presidente afastado do Sindimoc e ex-diretor financeiro

Investigação da PCPR aponta peculato e falsidade ideológica

Da redação
DA REDAÇÃO

06/11/2025 • 14:59 • Atualizado em 06/11/2025 • 14:59

Presidente afastado do Sindimoc e ex-diretor financeiro são presos por suspeita de desvio de recursos

Presidente afastado do Sindimoc e ex-diretor financeiro são presos por suspeita de desvio de recursos

Foto: Arquivo Band TV

O ex-presidente do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus de Curitiba e Região Metropolitana (Sindimoc), Anderson Teixeira, e o ex-diretor financeiro da entidade, Sidenei Rogério, foram presos na manhã desta quinta-feira (6) em uma operação da Divisão Estadual de Combate à Corrupção – DECCOR, da Polícia Civil.

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Em nota, a PCPR confirmou que a ação foi realizada em Curitiba, Colombo e Itaperuçu e investiga um esquema de desvio de recursos e fraudes em entidades ligadas ao transporte coletivo. Foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, e a polícia recolheu documentos, contratos e registros bancários que serão periciados.

As apurações indicam pagamentos de serviços sem contrato, transferências para contas pessoais e repasses a empresas relacionadas aos investigados.

“Esta operação reforça o compromisso da Polícia Civil em apurar com rigor todas as suspeitas de desvio de recursos em entidades representativas, especialmente quando há prejuízo direto a trabalhadores e à coletividade”, afirmou a delegada da PCPR Rita de Cássia Lira.

Os principais tópicos da investigação

  • Presidente afastado do Sindimoc, Anderson Teixeira, e o ex-diretor financeiro, Sidenei Rogério, foram presos nesta quinta-feira (6) em uma operação da Polícia Civil.
  • A investigação apura um esquema de desvio de recursos e fraudes em entidades ligadas ao transporte coletivo.
  • A ação foi realizada em Curitiba, Colombo e Itaperuçu, com 14 mandados de busca e apreensão cumpridos.
  • Foram recolhidos documentos, contratos, extratos bancários e registros contábeis, que passarão por perícia.
  • Os suspeitos foram presos pelos crimes de peculato e falsidade ideológica.
  • O inquérito começou após denúncia sobre irregularidades no sindicato, incluindo pagamentos sem contrato, transferências a contas pessoais e repasses a empresas ligadas aos investigados.
  • Mesmo após o afastamento dos dirigentes, a polícia identificou movimentações financeiras consideradas suspeitas.
  • Ambos foram encaminhados ao sistema penitenciário e seguem à disposição da Justiça.