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Suspeito de feminicídio em Cascavel é CAC e foi preso horas após o crime

Homem foi localizado horas após o crime e tinha armas e munições em casa

Da redação
DA REDAÇÃO

04/02/2026 • 11:33 • Atualizado em 04/02/2026 • 11:33

Suspeito de feminicídio em Cascavel é CAC e foi preso horas após o crime

Suspeito de feminicídio em Cascavel é CAC e foi preso horas após o crime

Foto: Ailton Santos | Tarobá

O homem preso por matar Ana Rosa Pereira da Silva, de 32 anos, em Cascavel, no oeste do Paraná, possui registro como CAC (Caçador, Atirador e Colecionador). Ele foi detido pela polícia na madrugada desta quarta-feira (4), poucas horas após o crime, que é investigado como feminicídio.

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A prisão foi realizada pela Polícia Militar do Paraná, após diligências iniciadas logo depois da confirmação da morte da vítima, ocorrida na noite de terça-feira (3), no Jardim Belmonte.

Suspeito foi encontrado em hotel

Segundo a Polícia Militar, após ouvir testemunhas e reunir informações sobre a fuga do autor, as equipes localizaram o suspeito escondido em um hotel no município de Jesuítas. Ele foi detido e encaminhado à delegacia. A caminhonete Hilux utilizada na fuga também foi apreendida.

Armas e munições apreendidas

Durante buscas na residência do suspeito, no bairro Morumbi, em Cascavel, os policiais encontraram quatro armas de fogo: uma pistola calibre 9 mm, uma carabina calibre .22, uma espingarda calibre 12 e uma espingarda de pressão.

Além disso, foram apreendidas mais de 650 munições intactas de diversos calibres e vários estojos deflagrados. A polícia também localizou a caixa de um revólver calibre .38, que teria sido utilizado no crime. A arma, no entanto, não foi encontrada.

De acordo com a PM, o suspeito afirmou ter dispensado o revólver nas proximidades do local dos disparos, mas, apesar das buscas, ele não foi localizado.

Crime é investigado como feminicídio

Ana Rosa Pereira da Silva foi morta a tiros na Rua Serra de Santana, no Jardim Belmonte. Segundo informações preliminares, ela teria sido retirada à força de um veículo durante uma discussão com o ex-companheiro antes de ser atingida pelos disparos.

A área foi isolada para o trabalho da Polícia Científica, e o caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Paraná, que apura as circunstâncias do crime e a dinâmica dos fatos.

O suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações seguem em andamento.