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Suspeito de fraude milionária contra agência de turismo é preso em Maringá

Delegacia de Estelionato de Maringá aponta desvio de mais de R$ 600 mil e apura outras possíveis vítimas

Da redação
DA REDAÇÃO

27/07/2026 • 14:00 • Atualizado em 27/07/2026 • 14:00

PCPR prende suspeito de plicar golpe em agência de Turismo com prejuízo de R$ 600 mil

PCPR prende suspeito de plicar golpe em agência de Turismo com prejuízo de R$ 600 mil

Foto: Polícia Civil

Na manhã desta segunda-feira (27), policiais civis da Delegacia de Estelionato de Maringá cumpriram mandado de prisão preventiva contra um investigado apontado como principal responsável por um esquema de fraudes praticado contra uma agência de turismo sediada na cidade.

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Como funcionava o esquema criminoso

Segundo a Polícia Civil, o suspeito atuava como funcionário da empresa e teria se aproveitado da relação de confiança com os empregadores para implementar um esquema considerado sofisticado.

De acordo com as investigações, ele teria constituído uma empresa de fachada com nome praticamente idêntico ao da agência vítima e aberto conta bancária destinada ao recebimento fraudulento de valores pagos por clientes.

Os policiais apuram ainda a emissão irregular de passagens aéreas e hospedagens, a utilização indevida de cartão corporativo, o desvio de recursos financeiros e outras fraudes patrimoniais que teriam causado sucessivos prejuízos à agência.

Prejuízo já supera R$ 600 mil

As diligências realizadas até o momento apontam que os desfalques já identificados ultrapassam R$ 600 mil, conforme informou a Delegacia de Estelionato.

Para a corporação, o valor pode aumentar à medida que os investigadores identificam novas operações suspeitas e possíveis vítimas que ainda não procuraram a polícia.

A Polícia Civil trabalha também para verificar se outras pessoas participaram do esquema ou facilitaram a movimentação dos recursos desviados.

Prisão preventiva e continuidade das investigações

A Justiça decretou a prisão preventiva do investigado após representação da autoridade policial.

Na visão da Delegacia de Estelionato, os indícios de autoria, a gravidade dos fatos e o risco de continuidade das fraudes justificam a medida para garantir a ordem pública e preservar a instrução criminal.

Os policiais afirmam que as investigações prosseguem para identificar a totalidade dos prejuízos causados, esclarecer todas as circunstâncias dos crimes e apurar a eventual participação de outros envolvidos no esquema.

O inquérito segue em andamento na Delegacia de Estelionato de Maringá, que pede que clientes da agência de turismo que desconfiem de irregularidades procurem a unidade para colaborar com as apurações.