Dois policiais militares do 1º Batalhão da Polícia Militar sofreram lesões generalizadas na tarde desta quinta-feira (11) após a viatura em que estavam capotar na Avenida Presidente Kennedy, trecho urbano da Rodovia do Café, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.
De acordo com as informações iniciais, a viatura seguia na pista Sul, no sentido Curitiba, quando um caminhão atingiu o veículo oficial. Com o impacto da colisão, o carro da PM perdeu o controle, capotou e parou no leito da rodovia.
As vítimas são uma policial feminino e um soldado, que apresentaram ferimentos pelo corpo. Equipes de socorro do município atenderam os dois no local e os encaminharam para atendimento médico. Segundo o relato das autoridades, eles estão conscientes e em estado estável.
Imagens de uma câmera de segurança instalada na região registraram o momento exato do acidente. As gravações mostram a aproximação do caminhão e o instante em que a viatura é atingida e capota em seguida sobre a pista.
Trecho urbano da Rodovia do Café
A Avenida Presidente Kennedy integra o perímetro urbano da Rodovia do Café, importante ligação entre o interior do Paraná e a capital, Curitiba. O trecho concentra fluxo intenso de veículos, incluindo caminhões, o que aumenta a atenção necessária dos motoristas.
No momento do acidente, a viatura da PM realizava deslocamento pela via em direção à capital paranaense. As causas exatas da batida ainda não foram esclarecidas, e não há informações sobre feridos em outros veículos.
Apuração vai definir responsabilidades
As circunstâncias do acidente serão apuradas em procedimentos específicos, que incluem o levantamento feito pelas equipes de trânsito e a análise técnica da própria Polícia Militar. O objetivo é identificar como ocorreu a colisão e se houve infração de trânsito por parte de algum dos envolvidos.
As imagens da câmera de segurança devem auxiliar os responsáveis pela investigação a reconstruir a dinâmica do acidente, indicando a posição dos veículos, a velocidade aproximada e o momento do impacto.
Conforme prevê o protocolo, a corporação também pode instaurar um procedimento interno para avaliar a atuação dos policiais durante o deslocamento. Enquanto isso, os dois militares permanecem em observação médica e, segundo as autoridades locais, não correm risco de vida.
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