
Marquinhos durante amistoso do Brasil
Reuters/Ken Blaze
Apesar do resultado positivo, a partida deixou dúvidas na cabeça do técnico Carlo Ancelotti e acendeu um alerta sobre o setor defensivo e a lateral direita. O Brasil começou a partida de forma avassaladora, abrindo o placar logo aos 6 minutos com Bruno Guimarães, que aproveitou uma falha na saída de bola egípcia. No entanto, a comemoração durou pouco: o zagueiro Marquinhos cometeu um erro individual, recuando mal a bola e servindo o atacante Zico (homenagem ao ídolo brasileiro), que empatou o confronto.
No segundo tempo, as mudanças promovidas por Ancelotti surtiram efeito. As entradas de Fabinho, Luís Henrique e, especialmente, Endrick, deram novo fôlego ao time. Logo aos 6 minutos da etapa final, Endrick marcou o gol da vitória, reforçando o coro para que seja o centroavante titular na estreia.
Dúvidas e preocupações de Ancelotti
Embora o ataque tenha progredido, a Seleção desperdiçou muitas chances claras com Vini Júnior, Rafinha e o centroavante Igor Thiago. No meio-campo, Lucas Paquetá, que foi titular após uma boa atuação contra o Panamá, não rendeu o esperado. Fabinho parece ter "arrumado" melhor o time, podendo ganhar a vaga de Casemiro.
A maior dor de cabeça, contudo, está na lateral direita. A CBF anunciou o corte de Wesley por lesão. Em uma decisão surpreendente, Ancelotti convocou o volante Ederson, da Udinese, deixando a seleção sem um lateral-direito de ofício. Atualmente, o time conta com Danilo (reserva da zaga no Flamengo) e Ibañez (zagueiro de origem) para a função, o que sugere uma possível formação com linha de três zagueiros para liberar o lateral-esquerdo.
O Brasil estreia na Copa do Mundo no próximo sábado, dia 13, contra o Marrocos, que vem de um empate em 1 a 1 contra a Noruega
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