Band Vale

Alckmin é anunciado vice na pré-candidatura à reeleição de Lula

Geraldo Alckmin é natural de Pindamonhangaba e tem 50 anos de trajetória política

REDAÇÃO BAND VALE
REDAÇÃO BAND VALE

31/03/2026 • 12:15 • Atualizado em 31/03/2026 • 12:15

Alckmin é anunciado vice na pré-candidatura à reeleição de Lula

Alckmin é anunciado vice na pré-candidatura à reeleição de Lula

Reuters

O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, foi confirmado como vice na pré-candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Presidente do Brasil confirmou, nesta terça-feira (31), que tentará a reeleição compondo chapa com o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). A declaração foi dada durante a reunião ministerial no Palácio do Planalto, em Brasília.

Compartilhar

Com a declaração, o petista põe fim, assim, a especulações de que poderia escolher outro nome para o posto.

Natural de Pindamonhangaba, no interior de São Paulo, Alckmin tem 70 anos e mais de cinco décadas de trajetória política. Médico e professor universitário, ele iniciou sua carreira pública ainda jovem e, ao longo dos anos, ocupou diversos cargos eletivos.

Alckmin foi vereador e prefeito de sua cidade natal, além de deputado estadual e deputado federal. Também exerceu o cargo de vice-governador de São Paulo antes de assumir o governo do estado, função que ocupou por quatro mandatos, tornando-se o político que mais tempo permaneceu no posto.

Um dos fundadores do PSDB, Alckmin deixou o partido no fim de 2021, após mais de 30 anos de filiação, e se filiou ao PSB para compor a chapa de Lula nas eleições presidenciais.

"O companheiro Alckmin vai ter que deixar o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) porque ele será candidato a vice-presidente da República outra vez", afirmou Lula. O vice-presidente deixará o comando da pasta devido às regras eleitorais.

A reunião marca a saída de pelo menos 14 ministros do governo para se candidatarem às eleições deste ano, sobretudo ao Senado e à Câmara dos Deputados. Segundo o petista, outros quatro devem anunciar que deixarão o cargo nos próximos dias.