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Após morte em perseguição, Justiça torna réus três homens em Caraguá

Três jovens são investigados por envolvimento na morte de um jovem de 21 anos, ocorrida após uma perseguição em Caraguatatuba

REDAÇÃO BAND VALE
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07/05/2026 • 11:45 • Atualizado em 07/05/2026 • 18:51

Após morte em perseguição, Justiça torna réus três suspeitos em Caraguá

Após morte em perseguição, Justiça torna réus três suspeitos em Caraguá

Reprodução

Três jovens são investigados por envolvimento na morte de um jovem de 21 anos, ocorrida após uma perseguição em Caraguatatuba, na noite do dia 21 de abril. Os três denunciados agora respondem ao processo, após a Justiça aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público.

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O caso aconteceu na Avenida Geraldo Nogueira da Silva e, inicialmente, foi tratado como acidente de trânsito. No entanto, após investigação da Polícia Civil, surgiram indícios de que a colisão foi provocada de forma intencional.

Segundo o boletim de ocorrência, a vítima pilotava uma motocicleta quando bateu na traseira de uma van estacionada. Antes disso, porém, houve uma briga em uma adega no Centro da cidade. Após o desentendimento, o motociclista teria sido perseguido por um carro em alta velocidade.

Imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas apontam que o motorista pressionou a vítima ao longo do trajeto, contribuindo diretamente para a colisão. A polícia trabalha com a hipótese de que a ação foi deliberada.

Nota da Defesa

Em nota, a defesa de Henzo Henrique, um dos investigados, informou que ele buscará sua liberdade e provará sua total inocência. Além disso, ele nega as acusações de homicídio doloso, dizendo que a fatalidade ocorrida em 21 de abril de 2026 foi um acidente, sem qualquer intenção de causar dano à vítima.

Ainda na nota, a defesa disse que Henzo teve uma atitude colaborativa e humana, uma vez que ele parou o veículo, prestou socorro, solicitando o auxílio do SAMU e chamando as autoridades policiais.

A defesa também ressaltou que Henzo é primário e possui ocupação lícita, preenchendo os requisitos legais para responder ao processo em liberdade e que o exame de bafômetro realizado no local confirmou que ele não havia ingerido bebidas alcoólicas.

Leia a nota na íntegra.

É imperativo destacar que HENZO nega as acusações de homicídio doloso, mantendo que a fatalidade ocorrida em 21 de abril de 2026 foi um acidente, sem qualquer intenção de causar dano à vítima. Ao contrário da narrativa inicial, HENZO teve uma atitude colaborativa e humana, uma vez que ele parou o veículo, prestou socorro, solicitando o auxílio do SAMU e chamando as autoridades policiais. A Defesa ressalta que HENZO é primário e possui ocupação lícita, preenchendo os requisitos legais para responder ao processo em liberdade. Além disso, o exame de etilômetro realizado no local confirmou que ele não havia ingerido bebidas alcoólicas. Ademais, existem inconsistências no inquérito policial, incluindo a conduta da autoridade policial que utilizou redes sociais para promover "enquetes" públicas, via rede social, sobre o suposto crime, comprometendo a imparcialidade da investigação. Acreditamos firmemente que a instrução processual demonstrará a verdade e a ausência de animus necandi (intenção de matar). A Defesa não medirá esforços para garantir que os direitos constitucionais de HENZO sejam respeitados e que a justiça seja restabelecida com sua liberdade o quanto antes. Ficamos à disposição para eventuais outros esclarecimentos.

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