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Justiça mantém condenado médico que recebia sem trabalhar em Caraguatatuba

Ele foi afastado das atividades por licença-saúde em 2016, mas continuou atuando em sua clínica particular

Por Redação
REDAÇÃO

03/12/2025 • 16:59 • Atualizado em 03/12/2025 • 16:59

Ministério Público do Estado de São Paulo realizou denúncia sobre o caso

Ministério Público do Estado de São Paulo realizou denúncia sobre o caso

Reprodução

A Justiça manteve, nesta terça-feira (2), a condenação de um médico que recebia sem trabalhar em Caraguatatuba.

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A decisão também aumentou a pena do réu: de 2 anos e 7 meses de reclusão em regime aberto para 3 anos e 4 meses, além do pagamento de 33 dias-multa, cada um equivalente a cinco salários mínimos.

Segundo a denúncia, o médico foi afastado por licença-saúde em 2016, mas continuou atuando em sua clínica particular. De acordo com a Promotoria de Justiça de Caraguatatuba, o réu estava apto para o trabalho, chegando a praticar atividades físicas, esportes e realizar viagens internacionais durante o período de afastamento.

Ele foi demitido do serviço público após a instauração de procedimento administrativo.

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